Bioparque Pantanal
Inaugurado em 2022, é apontado como o maior circuito de aquários de água doce do mundo, com cerca de 220 espécies. A maior parte dos peixes vem do Pantanal, mas há também espécies amazônicas, africanas e de outros continentes.
A cidade
Campo Grande reúne parques, patrimônio ferroviário e espaços culturais ligados à história de Mato Grosso do Sul. Passeios pelas áreas verdes podem ser combinados com visitas ao centro histórico e a museus.
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A experiência do lugar
Inaugurado em 2022, é apontado como o maior circuito de aquários de água doce do mundo, com cerca de 220 espécies. A maior parte dos peixes vem do Pantanal, mas há também espécies amazônicas, africanas e de outros continentes.
Aberto ao público em 1994, ocupa mais de 116 hectares e tem um lago formado pelo córrego Prosa, com pequena ilha e píeres. A pista de caminhada tem 4 km, e dentro do parque ficam museus e o monumento ao índio em forma de zarabatana.
Criado por padres salesianos e inaugurado em 1951, reúne cerca de 40 mil peças de etnografia, arqueologia, paleontologia, mineralogia e zoologia. Destacam-se os mais de 5 mil objetos de povos indígenas como Bororo e Xavante.
Criada por decreto em 1925, funciona hoje na Esplanada Ferroviária e foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial da cidade em 2017. É o endereço mais tradicional do sobá, prato de origem okinawana que ganha festival próprio no local.
Inaugurado em 1958, nasceu de uma feira de carnes e hortaliças que se formava à beira dos trilhos no centro, em terreno doado pelo imigrante português Antônio Valente. Vende hortifrútis, peixes, especiarias e produtos regionais.
Construção em bambu tratado coberta com palha de bacuri, fica na aldeia urbana Marçal de Souza. O espaço de 340 m² expõe e comercializa artesanato indígena e abriga oficinas.
Unidade de conservação de 135 hectares de cerrado onde os córregos Desbarrancado e Joaquim Português se unem para formar o córrego Prosa. As trilhas interpretativas são percorridas com agendamento, e mais de 150 espécies de aves já foram registradas ali.
Criado em 1991 e instalado em sede própria desde 2002, reúne cerca de 1.500 obras que traçam a trajetória das artes visuais no estado. O acervo inclui trabalhos de Conceição dos Bugres, Lídia Baís e Jorapimo.