Tenerife é a maior das Ilhas Canárias, arquipélago espanhol no oceano Atlântico, a cerca de 300 km da costa da África e a quase 2 mil km de Madri. A ilha é vulcânica, e no centro dela se ergue o Teide, com 3.715 metros, o ponto mais alto da Espanha, dentro de um parque nacional que é Patrimônio Mundial da UNESCO, com campos de lava, crateras e rochas coloridas.
O clima é ameno o ano todo, o que deu às Canárias o apelido de ilhas da eterna primavera. O norte de Tenerife, voltado para os ventos alísios, é verde e úmido, com bananais, vinhedos e a floresta de louros de Anaga; o sul é seco e ensolarado, com os grandes complexos de praia.
Santa Cruz de Tenerife, a capital, divide com Las Palmas a sede do governo das Canárias e tem o Auditorio de Calatrava, praças, museus e um carnaval que costuma lotar a cidade em fevereiro ou março. Ao lado, San Cristóbal de La Laguna, Patrimônio Mundial, foi o modelo de cidade colonial levado para a América. No norte, Puerto de la Cruz, cidade turística desde o século XIX, fica perto do vale de La Orotava e é base para o Teide.
Para o brasileiro, Tenerife pede de quatro a sete dias e combina com Gran Canaria, a 2 horas de ferry. Os voos de Madri levam cerca de 2h45. As Canárias têm 1 hora a menos que o resto da Espanha: ficam 3 ou 4 horas à frente de Brasília, conforme a época.
Este roteiro reúne 2 cidades que combinam na mesma viagem: Santa Cruz de Tenerife, Puerto de la Cruz.