Córdoba fica na Andaluzia, às margens do rio Guadalquivir. No século X, foi a capital do califado de al-Andalus. Desse tempo vem a Mezquita-Catedral, mesquita erguida a partir de 785 que ganhou uma catedral no meio a partir de 1523.
A Mezquita entrou na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO em 1984, e o centro histórico em volta dela, em 1994. Ali estão a Judería, com a Sinagoga de 1315, o Alcázar de los Reyes Cristianos, o Puente Romano e a Torre de la Calahorra, do outro lado do rio. A 8 km da cidade ficam as ruínas de Madinat al-Zahra, a cidade-palácio dos califas, Patrimônio Mundial desde 2018.
Para o brasileiro, a chegada mais prática é de trem. O AVE e outros trens de alta velocidade ligam Córdoba a Madri em cerca de 1h40 e a Sevilha em cerca de 40 minutos. Por isso o bate-volta a partir de Sevilha ou de Madri é possível, embora uma noite na cidade permita ver o centro com calma e fazer a visita noturna da Mezquita.
O clima pesa no planejamento. De junho a agosto, verão espanhol e inverno no Brasil, as máximas passam com frequência dos 40 °C. Em maio, a cidade costuma fazer o Festival de los Patios, quando casas particulares abrem seus pátios floridos à visita; a festa é Patrimônio Imaterial da UNESCO desde 2012. O idioma é o espanhol, e o fuso fica 4 ou 5 horas à frente de Brasília, conforme a época.
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