Caminho dos Príncipes

SC

Caminho dos Príncipes

Patrimônio da imigração, acervos marítimos e paisagens entre o planalto e o litoral norte de Santa Catarina.

Sul

Na foto: Praia de Ubatuba, em São Francisco do Sul, no litoral norte de Santa Catarina.

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

Disponível no Google Play Envie suas fotos

Conheça o lugar

Uma região para viver
sem pressa.

O Caminho dos Príncipes é uma região turística do norte de Santa Catarina, com cidades de planalto, serra e litoral. A memória da imigração aparece nos museus e no patrimônio construído, enquanto a Baía da Babitonga mostra a relação entre navegação, pesca e formação urbana.

No guia, a viagem pode combinar centros históricos, acervos de ciência e arte, templos e trechos de orla. Os passeios têm acessos diferentes: uma visita a museu não exige a mesma preparação de um deslocamento rural ou de uma atividade no mar.

A Rota Imperial utiliza municípios deste destino e também de outra região turística. Seu mapa organiza o roteiro rodoviário escolhido, sem alterar a composição territorial do Caminho dos Príncipes.

Este roteiro reúne 7 cidades que combinam na mesma viagem: Rio Negrinho, São Bento do Sul, Campo Alegre, Joinville, Araquari, São Francisco do Sul, Balneário Barra do Sul.

Compartilhar: WhatsApp
Viajante, envie experiências através de fotos Até 5 fotos de cada lugar que você visitou.

Um destino, diferentes caminhos

As cidades dessa viagem

Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.

Onde fica Caminho dos Príncipes A estrela marca a capital mais perto, Curitiba.
CuritibaRio NegrinhoCampo AlegreJoinvilleAraquariSão Francisco do SulBalneário Barra do Sul

Mapa: @svg-maps/brazil, CC BY 4.0

Como chegar: Caminho dos Príncipes

A BR-101 serve o corredor litorâneo e a BR-280 liga a ilha ao interior. A SC-418 atravessa a Serra Dona Francisca, com acessos locais para cada cidade. O aeroporto de Joinville é uma opção de chegada aérea.

A experiência do lugar

O que fazer por aqui

Ver mais 19 pontos no Caminho dos Príncipes

Para escolher antes de ir

Passeios no Caminho dos Príncipes

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Passeio de Barco Príncipe pela Baía da Babitonga

Sai de Píer do bairro Espinheiros, Joinville barco turístico de três andares cerca de 5 horas, com almoço a bordo manhã e tarde fácil

O Barco Príncipe de Joinville III embarca no píer do bairro Espinheiros, em Joinville, e navega pela Baía da Babitonga entre as 14 ilhas do arquipélago. Passa pela área do porto de São Francisco do Sul e atraca no centro histórico, onde fica parado por cerca de 1h30. Dá tempo de uma caminhada curta pela orla, pela Igreja Matriz e pelo Mercado Público. Depois o barco volta a Joinville. O trajeto não tem paradas nas ilhas: elas são vistas da embarcação. A bordo há três andares, ar-condicionado, bar e restaurante, música ao vivo e animação. O almoço é servido durante a navegação. A capacidade é de 417 pessoas. As saídas são em fins de semana e feriados; em dias úteis, só há saída em datas confirmadas pela empresa.

Passa por: Píer do bairro Espinheiros, Baía da Babitonga, Arquipélago das 14 ilhas, Porto de São Francisco do Sul, Centro Histórico de São Francisco do Sul.

Inclui: Passeio de barco e almoço a bordo. Bebidas, sobremesas, petiscos e outros consumos são pagos à parte. Crianças pequenas não pagam e há valor reduzido para crianças de 6 a 12 anos, com comprovação de idade. Confira a tabela atual.

Dica: Reserve antes, pela central de reservas do barco ou por agência: a venda pode ser limitada. Nas paradas em São Francisco do Sul, escolha só um ou dois pontos do centro histórico. Leve um agasalho leve para o ambiente com ar-condicionado e protetor solar para o convés.

Melhor época: Ao longo do ano. Confira se há saída no dia, sobretudo em dias úteis. Tempo firme favorece o convés aberto.

Agências que fazem: Fui Nessa Viagem.

Caminhada pelo Centro Histórico de São Francisco do Sul

Sai de Praça Getúlio Vargas, centro histórico a pé, visita livre meia manhã ou meia tarde, no ritmo do visitante manhã ou tarde fácil

O centro histórico fica na orla da Baía da Babitonga e é tombado pelo IPHAN, com cerca de 400 imóveis. A caminhada costuma começar na Praça Getúlio Vargas, onde está a Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça, com origem no século XVII. Anexo à igreja fica o Museu Diocesano de Arte Sacra. Daí se desce pela Rua Dr. Luís Gualberto, uma ladeira de pedra cercada de casas coloniais, até o Mercado Público Municipal, inaugurado em 1900, com lojas de artesanato, restaurante e peixaria. O deck do mercado dá vista para a baía. O percurso segue pela orla até a Praia do Mota, onde fica o Museu Histórico, instalado em um prédio que já foi cadeia pública. O roteiro é plano na maior parte e cabe em uma manhã ou tarde. Quem chega pelo Barco Príncipe faz uma versão curta dele.

Passa por: Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça, Museu Diocesano de Arte Sacra Padre Antônio Manuel da Nóbrega, Mercado Público Municipal, Museu Histórico Prefeito José Schmidt, Rua Dr. Luís Gualberto, Praia do Mota.

Inclui: Caminhada sem guia obrigatório. Os museus podem cobrar ingresso, com valor reduzido ou isenção para algumas faixas de idade; confira a tabela atual de cada um. Refeições e cafés são pagos à parte.

Dica: Use calçado fechado e confortável: há calçamento de pedra. Confira os dias de abertura dos museus antes de ir, pois nem todos abrem diariamente. Quem prefere acompanhamento pode contratar receptivo local.

Melhor época: Ao longo do ano. No verão há mais movimento no centro e na orla.

Agências que fazem: Fui Nessa Viagem.

Museu Nacional de Imigração e Colonização e Rua das Palmeiras

Sai de Rua Rio Branco, 229, Centro, Joinville a pé, visita livre visita no ritmo do visitante manhã ou tarde fácil

O museu ocupa o casarão de 1870 conhecido como Maison de Joinville, antiga sede administrativa da Colônia Dona Francisca. A visita é livre e cada cômodo tem texto explicativo, com móveis, utensílios, ferramentas, roupas, fotografias e documentos dos primeiros imigrantes. No terreno há uma casa enxaimel e galpões com máquinas e meios de transporte da época. Grupos podem pedir monitoria com agendamento. Em frente ao museu começa a Alameda Brüstlein, a Rua das Palmeiras, alinhada de palmeiras-imperiais e parte da Trilha do Patrimônio, rota a pé por casarões históricos do centro. O museu abre de terça a domingo, em período diurno. Costuma ser a primeira parada de quem faz o city tour cultural da cidade.

Passa por: Museu Nacional de Imigração e Colonização, Casa Enxaimel, Galpão de Tecnologia, Galpão dos Transportes, Rua das Palmeiras (Alameda Brüstlein).

Inclui: Visita autoguiada. A entrada costuma ser sem cobrança, segundo a prefeitura; confira a informação atual. Monitoria para grupos exige agendamento prévio.

Dica: Combine a visita com a caminhada pela Rua das Palmeiras e com a Catedral São Francisco Xavier, no centro. Confira os dias e períodos de abertura antes de ir, porque o museu fecha às segundas.

Melhor época: Ao longo do ano, por ser visita em ambiente fechado e área externa curta.

City tour cultural em Joinville

Sai de Hotéis de Joinville ou ponto combinado com a agência van ou ônibus com guia de 3 a 6 horas, conforme a agência e o roteiro manhã ou tarde fácil

Agências locais vendem city tours que buscam o visitante no hotel e percorrem os principais pontos do centro. Os roteiros variam. Um deles começa no Museu Nacional de Imigração e Colonização, segue para a Escola do Teatro Bolshoi, passa pela Rua das Palmeiras e termina no Instituto Internacional Juarez Machado. Outro parte da Catedral São Francisco Xavier, percorre a Trilha do Patrimônio Histórico, com palacetes e prédios ecléticos, e sobe ao Mirante pelo Zoobotânico. Há ainda versões de maior duração, com Parque Expoville, Parque dos Hemerocallis e o portal de entrada da cidade. Os dias de operação mudam conforme o roteiro: alguns saem só de terça a sexta, outros em fins de semana. A visita à escola de balé só acontece em dias úteis.

Passa por: Museu Nacional de Imigração e Colonização, Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Rua das Palmeiras, Instituto Internacional Juarez Machado, Catedral São Francisco Xavier, Parque Zoobotânico, Mirante de Joinville, Parque Expoville.

Inclui: Em geral, transporte e guia. Ingressos de atrativos, como a escola de balé e o ônibus do Mirante, podem ficar de fora e são pagos à parte em alguns roteiros. Confira o que cada agência inclui e a tabela atual.

Dica: Pergunte à agência quais atrativos estão no roteiro do dia e se há ingressos separados. Se o interesse é balé, escolha um tour em dia útil. Reserve com antecedência em períodos de festival.

Melhor época: Ao longo do ano. Em julho, durante o Festival de Dança, a cidade recebe mais visitantes; reserve antes.

Agências que fazem: Vipmar Turismo & Receptivo.

Mirante de Joinville e Parque Zoobotânico (Morro do Boa Vista)

Sai de Portal do Morro do Boa Vista e Zoobotânico, bairro Saguaçu a pé, de bicicleta ou no ônibus Zarco do Mirante caminhada de cerca de 1h10 ida e volta, mais o tempo no parque manhã ou tarde moderada

O Morro do Boa Vista é uma área de mata no centro da cidade. A entrada é pelo Zoobotânico, na Rua Pastor Guilherme Rau, que tem lago, gramado, trilha ecológica e animais como araras, macacos, jabutis e jacarés. Daí a subida ao Mirante é de cerca de 4,6 km ida e volta, a pé, com placas de orientação. No caminho há pontos de contemplação, como a Janela do Mirante. No alto, a estrutura tem escadas e vista panorâmica de Joinville, com a Serra Dona Francisca de um lado e a Baía da Babitonga do outro. Veículos comuns não sobem. Aos fins de semana, o ônibus Zarco do Mirante sai do terminal central, passa pelo Zoobotânico e vai até o topo. A área abre de terça a domingo, em período diurno.

Passa por: Parque Zoobotânico de Joinville, Trilha do Morro do Boa Vista, Janela do Mirante, Mirante de Joinville.

Inclui: Acesso ao parque e à trilha a pé. A passagem do Zarco do Mirante é paga à parte, em valor próximo ao do transporte urbano; confira a tabela atual. Vans de turismo precisam de cadastro prévio em dias de semana.

Dica: Leve água, tênis e roupa leve. Quem vai de carro pode estacionar perto do Restaurante Casa do Capitão e seguir de ônibus ou a pé. Confira a previsão do tempo: dia limpo permite ver a baía e o mar ao longe.

Melhor época: Ao longo do ano, em dias de céu aberto. Evite horários de chuva por causa da trilha.

Visita monitorada à Escola do Teatro Bolshoi no Brasil

Sai de Av. José Vieira, 315, bairro América, Joinville visita monitorada a pé menos de 1 hora, conforme o grupo manhã ou tarde fácil

A escola funciona anexa ao Centreventos Cau Hansen desde 2000 e é a única filial do Teatro Bolshoi fora da Rússia. A visita é monitorada. O guia conta a história da instituição, o processo de seleção e as audições de novos alunos. O percurso passa por exposições na entrada, salas de aula, salas de música, núcleo de saúde e pelo ateliê onde são feitas as roupas das apresentações. No fim, é exibido um vídeo institucional. Em geral há dois horários por dia, um pela manhã e outro à tarde, de segunda a sexta, durante o período escolar. Não há visitas no fim de dezembro e começo de janeiro. Durante o Festival de Dança de Joinville a agenda é ampliada, com mais grupos por dia.

Passa por: Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Centreventos Cau Hansen, Salas de aula, Ateliê de figurinos.

Inclui: Visita com monitor. O ingresso é pago, com meia-entrada para estudantes, idosos a partir de 60 anos e professores da rede pública de Santa Catarina, e há taxa administrativa na compra. Crianças pequenas e guias de turismo têm entrada livre, com comprovação. Confira a tabela atual.

Dica: Agende e compre o ingresso antes, na plataforma indicada pela escola, e escolha um dia útil. A escola tem loja com itens oficiais. A visita não acontece em fins de semana nem feriados fora do período do festival.

Melhor época: Durante o período escolar, em dias úteis. No Festival de Dança, em julho, há mais horários.

Ver mais 10 passeios

Estrada Bonita e Caminhos de Dona Francisca (turismo rural)

Sai de Joinville, distrito de Pirabeiraba (acesso pela BR-101) carro, tour guiado ou bicicleta meio dia ou dia inteiro manhã e tarde fácil

A Estrada Bonita tem cerca de 5 km, no distrito rural de Pirabeiraba. O portal fica na BR-101 e os dois últimos quilômetros chegam a Garuva. O trecho é plano, com casas enxaimel, pontes de madeira cobertas, balneários de rio, sítios com produtos coloniais, restaurantes de comida alemã e cafés coloniais. Na Propriedade Ango Kersten há fábrica de melado, museu rural e passeio de trator. O Recanto Gehrmann reúne restaurante e o Museu 2 Rodas. Perto dali, ao longo da SC-418, ficam os Caminhos de Dona Francisca, com Casa Krüger, Quinta da Mildau, cachaçaria, apiário e Vale das Pitayas. Agências locais montam tours que combinam um city tour na cidade com a Estrada Bonita, melado, trator e café rural. Também dá para ir de carro por conta própria ou pedalar.

Passa por: Estrada Bonita, Propriedade Ango Kersten, Museu 2 Rodas (Recanto Gehrmann), Casa Krüger, Quinta da Mildau, Apiário Pfau, Vale das Pitayas, Estrada Dona Francisca (SC-418).

Inclui: Nos tours de agência, em geral transporte, guia local, passeio de trator e café rural. Refeições, produtos coloniais e entradas de alguns sítios podem ser pagos à parte; confira o que cada roteiro inclui e a tabela atual.

Dica: Confira os dias de abertura dos sítios e restaurantes: muitos funcionam só de quarta a domingo e feriados, e os cafés coloniais costumam abrir em fins de semana. Leve dinheiro ou cartão para comprar produtos locais.

Melhor época: Ao longo do ano. Fins de semana e feriados têm mais estabelecimentos abertos. Em dia de chuva, a estrada de terra pede atenção.

Trem da Serra do Mar (Maria Fumaça) Rio Negrinho–Corupá

Sai de Estação Ferroviária de Rio Negrinho trem a vapor, com retorno opcional de ônibus dia inteiro dia inteiro fácil

O passeio é operado pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) em um trecho de 60 km. O trem desce a Serra do Mar de Rio Negrinho, a 790 m de altitude, até Corupá, a 75 m, puxado por locomotiva a vapor. No caminho passa por cinco túneis, pontes e viadutos, acompanha as corredeiras do Rio Hansa Humboldt e tem vista para o Morro da Igreja. Segundo operadoras, há parada para almoço na comunidade de Rio Natal, em São Bento do Sul. A descida sai de Rio Negrinho em dias de sábado; a subida, de Corupá a Rio Negrinho, em dias de domingo. As saídas são em datas programadas, e a frequência muda ao longo do ano. Há opção de voltar de ônibus e de incluir almoço e café colonial.

Passa por: Estação Ferroviária de Rio Negrinho, Serra do Mar, Rio Hansa Humboldt, Comunidade de Rio Natal (São Bento do Sul), Estação de Corupá.

Inclui: Passagem de trem. Retorno rodoviário, almoço regional e café colonial são opcionais, pagos à parte. Crianças pequenas sem assento não pagam e há valor reduzido para crianças maiores. Confira a tabela atual da operadora.

Dica: Confira o calendário de saídas e compre com antecedência pelos canais oficiais da operadora: as datas são limitadas. Agências de Curitiba, Blumenau e do litoral vendem pacotes com ônibus. Defina antes como será a volta ao ponto de partida.

Melhor época: Nas datas do calendário da operadora. Há mais saídas perto da alta temporada de verão.

Visita ao Parque Hemero (Parque dos Hemerocallis)

Sai de Rua Tenente Antônio João, bairro Jardim Sofia, Joinville a pé, visita livre cerca de 1h30 manhã ou tarde fácil

O Hemero é um parque de flores e jardins temáticos, aberto ao longo do ano. Tem cerca de 50 mil metros quadrados, com dez jardins, trilhas, lagos de carpas, espaços de lazer infantil, capela e áreas de contemplação. As espécies em flor mudam conforme a estação. Em julho há o Festival dos Girassóis, e em novembro o festival da primavera com a florada dos hemerocallis, na época da Festa das Flores da cidade. O parque fica a cerca de 15 minutos do centro e perto do aeroporto. A visita dura em torno de uma hora e meia. O parque tem política de meia-entrada, regras para animais e acessibilidade em todo o espaço, com cadeiras de rodas disponíveis.

Passa por: Parque Hemero Jardins como Arte, Jardins temáticos, Lagos de carpas, Borboletário a céu aberto, Capela do parque.

Inclui: Acesso a todo o parque. O ingresso é pago, com meia-entrada para algumas faixas de idade, estudantes e professores, e crianças pequenas não pagam. Café e lanches no local são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Compre o ingresso antes pelos canais do parque para evitar fila nos festivais. Leve câmera ou celular, chapéu e protetor solar. Confira os dias de abertura, pois o parque não costuma funcionar às segundas.

Melhor época: Julho (girassóis) e novembro (primavera e hemerocallis). Nos demais meses o parque segue florido.

Passeio de barco pelas ilhas da Baía da Babitonga saindo de São Francisco do Sul

Sai de Terminal turístico, Rua Babitonga, centro histórico barco turístico de 3h30 a 4 horas, com almoço em terra manhã e tarde fácil

O passeio local sai do cais do centro histórico, em frente ao Mercado Público, e segue em direção ao porto de São Francisco do Sul, onde dá para ver navios atracados e, às vezes, golfinhos. Depois navega entre 14 ilhas da baía. Segundo a operadora do barco Jataí II, o roteiro contorna a Ilha da Rita, com ruínas de uma antiga base de água e carvão, e desembarca na Vila da Glória, comunidade de pescadores do outro lado da baía. Lá há um longo píer, uma igreja centenária, tempo para banho e almoço em restaurantes da vila. O retorno é à tarde. A frequência das saídas muda: fora do verão costuma se concentrar em fins de semana, e na alta temporada há mais saídas.

Passa por: Cais do centro histórico de São Francisco do Sul, Porto de São Francisco do Sul, Ilha da Rita, Vila da Glória, Arquipélago de 14 ilhas.

Inclui: Passeio de barco. O almoço na Vila da Glória é pago à parte e pode ser buffet, por quilo, à la carte ou rodízio. Crianças pequenas costumam ter condições especiais; confira a tabela atual de cada operadora.

Dica: Os bilhetes costumam ser vendidos no próprio cais, mas confirme antes qual operadora está saindo no dia, o horário e se há saída na data. Leve protetor solar, roupa de banho e toalha se quiser entrar na água.

Melhor época: Verão, quando há mais saídas. Confira vento e condição do mar no dia.

Rota do Patrimônio de São Bento do Sul (Roteiro Histórico Central)

Sai de Museu Municipal Dr. Felippe Maria Wolff, Centro a pé, com mapa ou QR Code de 1h a 1h30, cerca de 4,5 km manhã ou tarde fácil

A Rota do Patrimônio reúne três roteiros por mais de 60 imóveis tombados. O mais curto é o Roteiro Histórico Central, de cerca de 4,5 km, feito a pé em 1h a 1h30. Começa no Museu Municipal Dr. Felippe Maria Wolff, com cerca de duas mil peças sobre a história da cidade e da região, onde ficam mapas impressos. Passa por 41 imóveis tombados, incluindo a antiga Câmara de Vereadores, que foi a primeira Prefeitura, e o atual Shopping Zipperer, antigo Salão Independência, e termina na Casa do Artista. Cada imóvel tem um QR Code com informações. A maioria só pode ser vista por fora, porque são propriedades particulares. Perto do centro estão a Praça Jardim dos Imigrantes, em frente à Igreja Matriz, e o Museu da Música, na antiga estação ferroviária.

Passa por: Museu Municipal Dr. Felippe Maria Wolff, Praça Jardim dos Imigrantes, Igreja Matriz Puríssimo Coração de Maria, Antiga Câmara de Vereadores, Shopping Zipperer (antigo Salão Independência), Casa do Artista.

Inclui: Roteiro autoguiado, feito por conta própria. Se o museu cobrar ingresso, há tabela própria; confira a tabela atual. Refeições e compras são pagas à parte.

Dica: Pegue o mapa impresso no museu ou baixe o roteiro no celular antes de sair. Como a maioria dos imóveis é vista de fora, confirme os dias de abertura do museu. Quem pedala pode escolher o Roteiro Dona Francisca, de cerca de 34 km, com trechos íngremes.

Melhor época: Ao longo do ano. No planalto, leve agasalho em meses frios e capa de chuva.

Cascata Paraíso e cachoeiras de Campo Alegre

Sai de Centro de Campo Alegre, perto da prefeitura a pé, trilha curta visita curta, no ritmo do visitante manhã ou tarde fácil a moderada

A Cascata Paraíso fica a cerca de 600 metros da prefeitura de Campo Alegre. São duas quedas seguidas, que somam mais de 60 metros. O acesso é público e aberto todos os dias. Pela parte de baixo chega-se ao poço da cachoeira, cercado de mata e paredões de pedra. Pela parte de cima, uma trilha leva a um mirante natural. Os paredões também são usados para rapel e escalada, com operadoras. Outras cachoeiras da cidade ficam em propriedades particulares, como o Salto do Imigrante, com duas quedas de 15 e 20 metros, que pode ser visto da rua ou visitado com entrada. O Sítio das Cachoeiras oferece passeios pelas quedas, de trator, piquenique e caminhadas. Campo Alegre fica na SC-418, a cerca de 58 km de Joinville.

Passa por: Cascata Paraíso, Salto do Engenho, Salto do Imigrante, Sítio das Cachoeiras.

Inclui: O acesso à Cascata Paraíso é público. Propriedades particulares podem cobrar entrada ou taxa por passeio; confira a tabela atual com cada uma. Rapel e escalada são pagos à parte, com operadoras.

Dica: Use calçado com boa aderência, pois pedra e trilha molhadas escorregam. Confira a previsão do tempo e o nível dos rios antes. Entre em contato com os sítios antes de ir, para confirmar abertura e passeios.

Melhor época: Ao longo do ano. No planalto, leve agasalho. Chuva forte pede adiar a visita às quedas.

Trilhas e cachoeira no Parque Natural Braço Esquerdo

Sai de Localidade de Rio Natal, São Bento do Sul trilhas a pé, guiadas meio dia ou mais, conforme a trilha manhã ou tarde fácil a difícil, conforme a trilha

O parque fica na Serra do Mar, em área de Mata Atlântica, na divisa de São Bento do Sul com Corupá, na localidade de Rio Natal, a cerca de 45 km do centro de São Bento do Sul. Fica em propriedade particular, dentro de uma área de proteção ambiental. Há trilhas ecológicas guiadas, de diferentes níveis de dificuldade. Entre os atrativos estão a Cachoeira do Braço Esquerdo, com mais de 90 metros de altura, a Caverna da Fuga e a Trilha do Vale Perdido, que passa por riachos e formações rochosas. O parque também é usado para rapel, escalada e cachoeirismo, com acompanhamento. Funciona em dias e períodos definidos pelo parque, e a entrada é paga.

Passa por: Parque Natural Braço Esquerdo, Cachoeira do Braço Esquerdo, Caverna da Fuga, Trilha do Vale Perdido.

Inclui: Entrada no parque e trilhas guiadas, com valor reduzido para crianças em certas idades. Atividades como rapel e cachoeirismo são pagas à parte. Confira a tabela atual e os dias de funcionamento.

Dica: Confirme dias e períodos de abertura antes de ir, porque o parque não abre todos os dias. Escolha a trilha conforme o preparo do grupo. Leve água, calçado fechado e agasalho; o acesso é por estrada local e o deslocamento do centro leva tempo.

Melhor época: Dias secos, para trilha e cachoeira. Confira a previsão antes de ir.

Voo de balão no planalto norte (São Bento do Sul e Campo Alegre)

Sai de Ponto de encontro no centro de São Bento do Sul balão de ar quente cerca de 2 horas no total, com voo de 40 a 50 minutos nascer do sol fácil

O voo é feito ao nascer do sol, em fins de semana, por operadora local. O ponto de encontro é fixo no centro de São Bento do Sul, e a empresa leva o grupo até a área de decolagem. O local muda conforme o vento: pode ser na região de Campo Alegre, São Bento do Sul, Rio Negrinho e até Piên, no Paraná. Os passageiros recebem instruções de balonismo e acompanham a inflagem do balão antes de embarcar. O voo livre dura cerca de 50 minutos e passa por campos, vales, rios, fazendas, Mata Atlântica e araucárias. Depois do pouso há um brinde, e a empresa leva o grupo de volta ao ponto de encontro. Cada voo tem limite de seis ou dez pessoas. A idade mínima é de 6 anos.

Passa por: Centro de São Bento do Sul, Campo Alegre, Rio Negrinho, Planalto Norte Catarinense.

Inclui: Instruções, voo, traslado entre o ponto de encontro, a decolagem e o retorno, e brinde após o pouso. O voo é pago por pessoa, e há voos exclusivos; confira a tabela atual. Café da manhã pode ser pago à parte, conforme o pacote.

Dica: Reserve com antecedência, em datas programadas. Se o vento ou o tempo não permitirem o voo, a data pode ser remarcada. Chegue no ponto de encontro com roupas em camadas, pois o amanhecer no planalto é frio. Confirme a idade mínima para crianças.

Melhor época: Ao longo do ano, com manhãs de vento calmo e tempo firme. A decisão final é da operadora no dia.

Forte Marechal Luz e Praia do Forte

Sai de Estrada Geral do Forte, Ubatuba, São Francisco do Sul carro até o forte; subida ao morro por estrada de terra meia manhã ou meia tarde manhã ou tarde fácil a moderada

O Forte Marechal Luz fica na ponta da Ilha de São Francisco, a cerca de 15 km do centro histórico. Foi fundado em 1909, sobre as ruínas de um forte mais antigo, e hoje é administrado pelo Exército. A visita sobe o Morro João Dias por uma estrada de terra de cerca de 1,5 km até a bateria de artilharia, com quatro canhões. Ali ficam o antigo paiol e as casamatas, que viraram um pequeno museu. Do alto há vista para a entrada da baía e para o Arquipélago das Graças. Aos sábados, de manhã, há cerimônia de troca da bandeira com guarnição em trajes de época e disparo de canhão, com visita marcada antes. A Praia do Forte fica ao pé do morro, separada da área militar por uma mureta.

Passa por: Forte Marechal Luz, Morro João Dias, Museu do Forte, Praia do Forte.

Inclui: Taxa de visitação cobrada na entrada do forte. A visita às instalações pede consulta prévia à guarnição, por causa dos períodos e locais definidos. Confira a tabela atual e a forma de pagamento na entrada. Refeições no restaurante do forte e lanches na praia são pagos à parte.

Dica: Ligue antes ou consulte a guarnição para confirmar período de visita e regras de acesso ao morro. Leve água e protetor solar. Para ver a troca de bandeira, combine com antecedência.

Melhor época: Dias de tempo firme. No verão há mais movimento na Praia do Forte.

Passeio de barco às ilhas de Balneário Barra do Sul

Sai de Boca da Barra, Balneário Barra do Sul barco pequeno de pescadores e operadores locais cerca de 1 hora, ou fretamento por período manhã ou tarde fácil

Os barcos saem de um pequeno deck na Boca da Barra, em Balneário Barra do Sul, e navegam até as ilhas próximas à costa. Durante o passeio, de cerca de uma hora, o condutor costuma contar curiosidades sobre as ilhas. Vê-se a vegetação, as formações rochosas e a cor da água. Os barcos usam coletes infláveis e também fazem fretamento: levam o grupo às ilhas de manhã e voltam para buscá-lo à tarde. Há empresas locais de passeios e pescarias na cidade que atuam na baía e no mar aberto. Os horários, os operadores e os roteiros mudam conforme a temporada, e o passeio depende de maré, vento e condições do mar.

Passa por: Boca da Barra, Ilhas próximas à costa, Baía da Babitonga.

Inclui: Passeio de barco com coletes. Fretamento é combinado à parte com o operador. Crianças pequenas costumam ter condições especiais. Confira a tabela atual.

Dica: Confirme antes com o operador horário, ponto de embarque e regras de desembarque nas ilhas. No fretamento, combine o horário de volta e leve água, protetor solar e lanche. A praia e a Boca da Barra rendem uma caminhada antes ou depois do barco.

Melhor época: Verão, quando há mais barcos, e dias de mar calmo e pouco vento.

Dia a dia

Roteiro de 3, 5 e 7 dias no Caminho dos Príncipes

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

3 dias · Joinville e São Francisco do Sul em 3 dias

Para Primeira viagem e pouco tempo: museus, patrimônio, orla e fortaleza, com um único deslocamento de carro. · Base em Joinville
  1. Dia 1 · Imigração, Rua das Palmeiras e mirante em Joinville

    Comece pela manhã no Museu Nacional de Imigração e Colonização e siga a pé pela Rua das Palmeiras, no centro. À tarde, suba ao Mirante de Joinville e ao Parque Zoobotânico, no Morro do Boa Vista. O trecho do morro é um deslocamento curto de carro ou aplicativo a partir do centro. Confira com cada atrativo os dias de funcionamento e a tabela atual de ingressos.

  2. Dia 2 · Bolshoi e jardins do Hemero

    Na manhã, faça a visita monitorada à Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Verifique antes os dias e períodos de visita e se é preciso agendar. À tarde, vá ao Parque Hemero (Parque dos Hemerocallis), um passeio de jardins que combina com um ritmo mais lento. Se o dia estiver chuvoso, troque a ordem e deixe o parque para o período com menos chuva. Ingresso pago à parte, confira a tabela atual.

  3. Dia 3 · São Francisco do Sul: centro histórico e Forte

    São Francisco do Sul fica a cerca de 44 km de Joinville, por BR-101 e BR-280. Saia cedo e faça a Caminhada pelo Centro Histórico, junto à baía. Depois, siga para o Forte Marechal Luz e a Praia do Forte. Prepare protetor solar e roupa para vento. Reserve o retorno com folga: a BR-280 tem muito movimento de caminhões.

5 dias · Joinville, baía, planalto e São Bento do Sul em 5 dias
Para Quem quer unir cidade, Baía da Babitonga e um trecho de planalto, sem pressa entre as visitas. · Base em Joinville (3 noites) e São Bento do Sul (2 noites)
  1. Dia 1 · Museu da Imigração e city tour cultural

    Pela manhã, visite o Museu Nacional de Imigração e Colonização e caminhe pela Rua das Palmeiras. À tarde, faça o city tour cultural em Joinville, que ajuda a situar os principais pontos da cidade antes de escolher os próximos dias. Confira com a operadora o ponto de encontro e a tabela atual do passeio.

  2. Dia 2 · Mirante, Zoobotânico e Bolshoi

    Na manhã, suba ao Mirante de Joinville e ao Parque Zoobotânico, no Morro do Boa Vista. À tarde, faça a visita monitorada à Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Confirme os dias e períodos de visita e se há agendamento. Deixe o mirante para a manhã: com tempo fechado, a vista fica limitada.

  3. Dia 3 · São Francisco do Sul e a baía

    São Francisco do Sul fica a cerca de 44 km de Joinville. Na manhã, faça a Caminhada pelo Centro Histórico. Na tarde, escolha entre o Forte Marechal Luz e a Praia do Forte ou um passeio de barco pelas ilhas da Baía da Babitonga, saindo da cidade. Barco depende de maré, vento e previsão: reserve com a operadora e confira a tabela atual.

  4. Dia 4 · Estrada Bonita e subida ao planalto

    Pela manhã, faça a Estrada Bonita e os Caminhos de Dona Francisca, passeio de turismo rural em Joinville. Reserve com antecedência e confirme o ponto de encontro. À tarde, siga para São Bento do Sul, a cerca de 79 km de Joinville, cerca de 1h15 de carro. No planalto, leve agasalho mesmo no verão.

  5. Dia 5 · Voo de balão e Rota do Patrimônio

    Se a previsão permitir, comece com o voo de balão no planalto norte, que sai de manhã cedo e depende de vento e visibilidade. Reserve com a operadora e tenha uma data de reserva. Depois, percorra a Rota do Patrimônio de São Bento do Sul (Roteiro Histórico Central), a pé pelo centro. À tarde, retorne a Joinville ou ao aeroporto, com folga no horário.

7 dias · Baía, orla, planalto e trem: Caminho dos Príncipes em 7 dias
Para Quem tem mais tempo e quer ver as sete cidades do destino, com passeios de barco, natureza e trem no fim de semana. · Base em Joinville (5 noites) e São Bento do Sul (1 noite)
  1. Dia 1 · Centro de Joinville

    Pela manhã, visite o Museu Nacional de Imigração e Colonização e a Rua das Palmeiras. À tarde, faça o city tour cultural em Joinville. É um dia sem grandes deslocamentos, bom para chegar, acertar traslados e confirmar reservas dos próximos passeios.

  2. Dia 2 · Mirante, Bolshoi e Hemero

    Manhã no Mirante de Joinville e no Parque Zoobotânico (Morro do Boa Vista). Na tarde, escolha entre a visita monitorada à Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, que exige conferir dias e agendamento, e o Parque Hemero. Se houver tempo, faça os dois em dias de chuva leve, já que parte das visitas é em área coberta.

  3. Dia 3 · São Francisco do Sul: centro e Forte

    São Francisco do Sul fica a cerca de 44 km de Joinville. Faça a Caminhada pelo Centro Histórico pela manhã e, depois, o Forte Marechal Luz e a Praia do Forte. Leve água e protetor solar e confira com o forte as regras de visita e a tabela atual de ingressos.

  4. Dia 4 · Passeio de barco pela Baía da Babitonga

    Reserve o dia para a baía. Escolha entre o Passeio de Barco Príncipe pela Baía da Babitonga e o passeio pelas ilhas saindo de São Francisco do Sul, conforme o ponto de embarque e a data disponível. Barcos dependem de maré, vento e previsão. Confira a tabela atual com a operadora e deixe o dia seguinte livre para remarcar.

  5. Dia 5 · Balneário Barra do Sul

    Balneário Barra do Sul fica a cerca de 42 km de Joinville. Faça o passeio de barco às ilhas e reserve o restante do dia para a orla. O acesso é por BR-101, BR-280 e SC-495. Combine o embarque com a operadora antes de sair de Joinville.

  6. Dia 6 · Estrada Bonita, Campo Alegre e São Bento do Sul

    Pela manhã, faça a Estrada Bonita e os Caminhos de Dona Francisca, em Joinville, com reserva prévia. Depois, suba a serra rumo a Campo Alegre e visite a Cascata Paraíso e outras cachoeiras. Termine em São Bento do Sul, a cerca de 79 km de Joinville. Trechos rurais e cachoeiras pedem calçado fechado e previsão conferida.

  7. Dia 7 · São Bento do Sul e Rio Negrinho

    Pela manhã cedo, faça o voo de balão no planalto norte, se o tempo permitir. Depois, siga pela Rota do Patrimônio de São Bento do Sul. Se a viagem cair em fim de semana com saída do Trem da Serra do Mar (Maria Fumaça), troque a rota pelo passeio: o trem sai de Rio Negrinho aos sábados e de Corupá aos domingos. Confira o calendário e o retorno de ônibus antes de reservar.

Melhor época

Quando ir: Caminho dos Príncipes mês a mês

Museus e patrimônio urbano podem compor viagens ao longo do ano. No planalto, prepare agasalhos; no litoral, considere vento, chuva e maior movimento no verão. Atividades de natureza precisam de previsão e acesso conferidos.

Janeiro Chuva alta

Verão quente · Chuva frequente

Calor úmido em Joinville, com máximas perto de 28 °C e mínimas perto de 22 °C. É o mês de maior volume de chuva, em pancadas e temporais. Litoral e orlas ficam mais cheios na temporada. Passeios de barco e cachoeiras dependem de previsão; museus e centros culturais servem de plano B. No planalto, as noites são mais amenas, mas convém levar um agasalho.

Fevereiro Chuva alta

Calor úmido · Pancadas de chuva

O calor continua, com chuva forte em boa parte dos dias. Em Joinville, as máximas ficam perto de 28 °C. O litoral tem movimento de verão e, quando o Carnaval cai em fevereiro, os feriados aumentam a procura. Confira previsão antes de barco e trilha e reserve passeios com antecedência.

Março Chuva alta

Fim do verão · Chuva em queda

Ainda quente, com máximas por volta de 27 °C em Joinville, e chuva ainda acima de 200 mm no mês, em média. A tendência é de redução gradual. O movimento do litoral baixa depois do verão. Boa fase para combinar centro histórico e museus com passeios de barco, sempre com previsão conferida.

Abril Chuva média

Clima ameno · Menos movimento

As temperaturas ficam mais amenas: máximas perto de 25 °C e mínimas perto de 19 °C em Joinville. A chuva diminui, mas segue presente. Centros históricos e passeios a pé ficam mais confortáveis. No planalto, as noites já refrescam. Confira previsão para cachoeiras e para o voo de balão, que dependem de vento.

Maio Chuva média

Frescor · Dias mais estáveis

Joinville tem máximas perto de 23 °C e mínimas perto de 16 °C. No planalto, em São Bento do Sul, as noites ficam perto de 11 °C. Chuva moderada. Bom período para museus, patrimônio urbano e turismo rural. Leve casaco leve e capa de chuva. Passeios de barco seguem condicionados a vento e previsão.

Junho Chuva média

Frio no planalto · Agasalho

Início do inverno: em Joinville, máximas perto de 21 °C e mínimas perto de 14 °C. No planalto de São Bento do Sul, as mínimas ficam perto de 10 °C, e em dias de frente fria a madrugada é bem fria. Leve agasalhos, sobretudo para balão e trem. Na orla, o vento pode incomodar. Confira o calendário do trem.

Julho Chuva baixa

Festival de Dança · Planalto frio

Mês de menor chuva, com máximas perto de 21 °C em Joinville e mínimas perto de 13 °C. No planalto, as mínimas ficam perto de 9 °C. O Festival de Dança de Joinville ocorre em julho, nas duas últimas semanas, com palcos em Joinville e São Francisco do Sul, e o movimento aumenta. Reserve traslado, ingressos e passeios com antecedência.

Agosto Chuva baixa

Menos chuva · Madrugadas frias

Está entre os meses de menor chuva do ano em Joinville, com máximas perto de 22 °C. No planalto, as madrugadas continuam frias, com mínimas perto de 10 °C. Boa fase para trilhas curtas, cachoeiras e voo de balão, desde que a previsão confirme vento fraco. No início do mês ainda pode haver reflexo do movimento de julho. Leve agasalhos.

Setembro Chuva média

Primavera · Chuva volta

Início da primavera, com máximas perto de 22 °C e mínimas perto de 16 °C em Joinville. A chuva volta a crescer e as frentes frias trazem variação de tempo. Jardins e parques ganham cor. Leve capa de chuva e agasalho para o planalto. Confira a previsão antes de barco, balão e cachoeiras.

Outubro Chuva média

Primavera · Chuva intercalada

Temperaturas agradáveis: máximas perto de 24 °C e mínimas perto de 17 °C em Joinville. A chuva é frequente e pode ser forte, em pancadas. Bom mês para combinar museus, parques e passeios rurais. No fim do ano, o calendário do Trem da Serra do Mar costuma ter mais datas, mas confira a programação atual.

Novembro Chuva média

Festa das Flores · Primavera

Em Joinville, máximas perto de 25 °C e mínimas perto de 19 °C. A Festa das Flores ocorre em novembro, na Expoville, e na segunda quinzena começa a programação de Natal nas praças centrais. A chuva continua em pancadas. Reserve com antecedência em datas de evento e confira previsão para barco e trilha.

Dezembro Chuva alta

Início do verão · Temporada

Calor e umidade crescentes, com máximas perto de 27 °C em Joinville e mínimas perto de 21 °C. A chuva volta a ficar alta. O litoral recebe mais visitantes nas férias e nos feriados de fim de ano, e a programação de Natal movimenta o centro de Joinville. Planeje traslado e passeios de barco com antecedência e deixe um plano coberto para dias de chuva.

Planeje o caminho

Como chegar: Caminho dos Príncipes

De avião

O aeroporto que serve o destino é o de Joinville (Lauro Carneiro de Loyola, código JOI), no bairro Aventureiro, a cerca de 13 km do centro de Joinville. Operam Azul, Gol e LATAM, com voos diretos para a região de São Paulo: Congonhas, Guarulhos e Viracopos (Campinas). Quem vem de outras regiões depende de conexão, porque os voos diretos partem dessa região. Rotas e frequências mudam por temporada, então confira nas companhias antes de comprar. Há alternativas por terra: o aeroporto de Navegantes fica a cerca de 1h30 de carro de Joinville. Os aeroportos de Curitiba (cerca de 130 km pela BR-101) e de Florianópolis (cerca de 180 km) são outras opções. Do aeroporto de Joinville até as demais cidades do destino, o deslocamento é por carro, táxi ou ônibus. Se for usar traslado, reserve antes de chegar.

De ônibus até Joinville, a porta de entrada rodoviária

Joinville é o ponto de chegada rodoviária do destino. A Estação Rodoviária Harold Nielson fica na Rua Paraíba, 769, bairro Anita Garibaldi, a poucos quilômetros do centro, e é atendida por linhas de ônibus urbanas. O terminal recebe ônibus de viagem de várias cidades de Santa Catarina e de capitais do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Entre as empresas com linhas para Joinville estão Catarinense, Eucatur, Reunidas, Expresso Nordeste e Pluma. De Curitiba, a viagem leva cerca de 2 horas. De Florianópolis, entre 3h30 e 4 horas, conforme a empresa e o horário. O valor da passagem varia com a empresa, o tipo de poltrona e a antecedência da compra. Confira a tabela atual na empresa ou em um vendedor de passagens.

De ônibus entre Joinville, o litoral e o planalto

No litoral, a Viação Verdes Mares liga Joinville, Araquari, Balneário Barra do Sul e São Francisco do Sul. Em Joinville, o embarque desse transporte intermunicipal fica na região central, perto da Prefeitura. Confirme com a empresa o ponto de cada linha. Entre Barra do Sul e São Francisco do Sul, os dados consultados não mostram ônibus direto. O trajeto pede baldeação e passa de 2 horas, contra cerca de 30 minutos de carro. No planalto, a Reunidas liga a rodoviária de Joinville a Campo Alegre (cerca de 1 hora), São Bento do Sul (de 1h30 a 2h10, conforme a saída) e Rio Negrinho (cerca de 2 horas). As saídas são várias ao longo do dia, mas os horários mudam, principalmente em feriados e no verão. Consulte a empresa antes de montar o roteiro.

De carro

A BR-101 é o eixo do litoral e é duplicada em território catarinense. Ela liga Joinville a Curitiba (cerca de 130 km) e a Florianópolis (cerca de 180 km). Entre Florianópolis e Joinville há praças de pedágio, incluindo a de Araquari. Confira a tarifa atual. Feriados, verão, sextas-feiras e chuva alongam o tempo de viagem. A BR-280 parte de São Francisco do Sul, passa por Araquari e Joinville e segue para o interior, por São Bento do Sul e Rio Negrinho. A SC-418 atravessa a Serra Dona Francisca, com acessos locais para cada cidade. As praias da Ilha de São Francisco ficam a menos de 30 km de Joinville. De Balneário Barra do Sul a São Francisco do Sul são cerca de 30 km por estrada, em torno de 30 minutos. Há também uma travessia de ferryboat pela Baía da Babitonga, ligando Joinville à Vila da Glória, em São Francisco do Sul. A prefeitura de São Francisco do Sul divulga os horários da travessia. Confira a tarifa e as condições atuais com a operadora.

Como circular no destino e se precisa alugar carro

Dentro das cidades, o transporte coletivo atende os deslocamentos curtos. Joinville tem linhas urbanas de ônibus que passam perto da rodoviária. São Francisco do Sul e Araquari têm sistemas urbanos operados pela Verdes Mares. Entre as cidades, o destino é espalhado: o litoral fica em torno da Baía da Babitonga e as cidades do planalto ficam no interior, ao longo da BR-280. Para um roteiro só com centro histórico e museus em Joinville ou em São Francisco do Sul, dá para ir sem carro, combinando ônibus, táxi e deslocamentos a pé. Para juntar litoral e planalto na mesma viagem, o carro dá mais liberdade. Os trechos entre as cidades levam de 1 a 2 horas, e os horários dos ônibus pedem planejamento. Atividades na baía e em áreas rurais pedem acesso e previsão do tempo conferidos antes.

Pacote com traslado ou por conta própria

Por conta própria, você monta o trajeto com as opções acima: avião até Joinville, ônibus intermunicipal ou carro. A vantagem é escolher cidades e ritmo. É preciso conferir horários de ônibus e acessos antes de sair. Com pacote ou traslado, uma agência ou operadora local organiza o transporte. Esse formato é comum em passeios de barco pela Baía da Babitonga, que saem de São Francisco do Sul, e facilita visitas a mais de uma cidade em um dia. Antes de contratar, confira o que está incluído (traslado, ingressos, guia, seguro), o ponto de encontro e a política de cancelamento. Os ingressos de museus e atrativos costumam ser pagos à parte. Se optar por traslado, reserve antes de chegar e confirme o ponto de embarque. A Secretaria Municipal de Turismo de São Francisco do Sul seleciona empreendimentos e profissionais para integrar roteiros oficiais. Consulte a secretaria para saber quais operadores participam.

Quem leva

Agências de turismo no Caminho dos Príncipes

Só aparecem agências com cadastro ativo no Cadastur, o cadastro oficial do Ministério do Turismo. A ordem não é ranking: compare os passeios e combine direto com a agência.

Pacotes saindo de Curitiba (com traslado)

Fui Nessa Viagem

Curitiba
Cadastur ativo

Agência que vende excursão ao Barco Príncipe de Joinville saindo de Curitiba, com transporte, embarque em Joinville, almoço a bordo e parada no centro histórico de São Francisco do Sul. Contato por WhatsApp.

Passeios: Passeio de Barco Príncipe pela Baía da Babitonga, Caminhada pelo Centro Histórico de São Francisco do Sul.

Cadastur conferido em 10/2026

Agências em Joinville

Vipmar Turismo & Receptivo

Joinville
Cadastur ativo

Receptivo que vende city tour cultural e rural em Joinville, versão de meio dia e traslado do aeroporto de Joinville para hotéis da cidade. Os passeios saem dos hotéis de Joinville. Também há combos com traslado.

Passeios: City tour cultural em Joinville.

Cadastur conferido em 10/2026

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

Museus e patrimônio urbano podem compor viagens ao longo do ano. No planalto, prepare agasalhos; no litoral, considere vento, chuva e maior movimento no verão. Atividades de natureza precisam de previsão e acesso conferidos.

Quantos dias ficar

Uma viagem de cinco a oito dias permite selecionar passeios do planalto, dos centros urbanos e do litoral. A duração aumenta quando entram praias, trilhas autorizadas ou eventos; percorrer toda a Rota Imperial pede planejamento próprio.

Em que cidade se hospedar

Escolha hospedagem próxima ao setor principal da viagem: centro urbano para museus, planalto para passeios serranos ou orla para estadia no litoral. Dividir a base entre setores reduz retornos diários longos.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre o Caminho dos Príncipes

A região turística e a Rota Imperial têm a mesma lista de municípios?

A Rota Imperial federal inclui também municípios do Vale dos Encantos. A região turística Caminho dos Príncipes e o percurso federal possuem composições diferentes.

Como combinar planalto e litoral no Caminho dos Príncipes?

Distribua as bases e reserve períodos para a serra. Os passeios culturais do interior e os marítimos têm acessos e atendimento próprios.

O destino pode ser conhecido sem dirigir?

Centros urbanos permitem passeios a pé e transporte local, mas ligar planalto, serra e litoral exige organizar ônibus, transferências ou veículo.

O mapa ilustrado orienta cada rua e entrada de atrativo?

O desenho apresenta ligações gerais. Endereços, acessos autorizados e navegação rodoviária devem ser conferidos antes dos deslocamentos.

O Museu Nacional de Imigração e Colonização, em Joinville, cobra entrada? Em que dias abre?

A prefeitura informa visitação de terça a domingo e entrada gratuita. O funcionamento é em horário de manhã e tarde. Confira o canal oficial da prefeitura antes de ir. Grupos agendam pelo e-mail do setor educativo do museu. O casarão principal foi construído na década de 1870, para ser a sede administrativa da Colônia Dona Francisca. No terreno há também uma casa enxaimel, maquinários e meios de transporte da época. <cite index="23-8,23-9">Em frente fica a alameda Brüstlein, a Rua das Palmeiras, parte da Trilha do Patrimônio.</cite> A visita ao museu e à rua cabe em uma manhã ou tarde.

Como visitar a Escola do Teatro Bolshoi em Joinville? Precisa reservar e comprar ingresso antes?

Sim, a visita é monitorada e com horário marcado. <cite index="10-3">Há dois horários por dia, de manhã e à tarde, de segunda a sexta-feira, exceto fins de semana e feriados.</cite> <cite index="15-12">O agendamento é feito pelo site de venda de ingressos indicado pela escola.</cite> <cite index="13-6">Estudantes e idosos acima de 60 anos pagam meia-entrada com documento. Guias de turismo com comprovante têm entrada livre.</cite> Confira a tabela atual de valores e de gratuidades na página da escola. <cite index="15-13,15-14">As visitas seguem o período escolar e não ocorrem no fim de dezembro e início de janeiro.</cite> Relatos de visitantes indicam <cite index="14-5,18-7">duração de cerca de 30 a 40 minutos.</cite> <cite index="15-15">A escola fica na Quadra da Dança, no bairro América, ao lado do Centreventos Cau Hansen e do Museu da Dança.</cite>

Quando o Trem da Serra do Mar (Maria Fumaça) funciona e quanto tempo dura o passeio?

O trem não circula todos os dias. <cite index="3-7,3-8">Costuma sair em um ou dois fins de semana por mês. Aos sábados desce de Rio Negrinho a Corupá e aos domingos faz o sentido oposto.</cite> <cite index="2-9">As datas são divulgadas por temporada, em calendário de sábados e domingos.</cite> Consulte o calendário atual e a venda de ingressos antes de reservar hospedagem ou transporte. <cite index="3-6">O passeio é operado pela regional catarinense da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF).</cite> <cite index="2-4">O percurso tem cerca de 60 quilômetros.</cite> A duração varia conforme a fonte, de cerca de 4 a 6 horas, contando as paradas. <cite index="7-7">O almoço é servido na comunidade de Rio Natal.</cite> O valor é pago à parte. Confira a tabela atual da operadora.

Como volto ao ponto de partida depois da Maria Fumaça? Vale fazer bate-volta?

O trem termina em outra cidade, então o retorno é por estrada. <cite index="4-9">Depois do trajeto, os passageiros voltam ao local de embarque de ônibus.</cite> <cite index="7-8">Esse retorno rodoviário é opcional.</cite> <cite index="3-3">Por rodovia, o percurso entre Rio Negrinho e Corupá leva menos de uma hora.</cite> Se você quiser voltar de carro, confirme antes se o ônibus de retorno está incluído no ingresso escolhido. <cite index="3-10,3-11">A partida é pela manhã, e a recomendação é chegar com antecedência para retirar os bilhetes.</cite> Uma família que saiu de Curitiba e voltou no mesmo dia contou que <cite index="6-6,6-7">deu certo, mas saiu bem cedo e voltou à noite, o que cansou um pouco.</cite> Com crianças pequenas, considere dormir na região.

Qual a melhor época para visitar o Parque Hemero, em Joinville, e ver as flores?

O parque fica aberto o ano todo, mas as flores mudam com a estação. <cite index="36-8,36-11">Os hemerocallis aparecem em maior número em novembro, e o auge da floração é em novembro e dezembro.</cite> <cite index="36-8">Já em outubro é possível ver muitas flores pelo parque.</cite> <cite index="36-9">O festival dos hemerocallis vai até fevereiro.</cite> <cite index="31-7">Nas duas últimas semanas de julho, o parque tem o Festival dos Girassóis.</cite> <cite index="30-3,30-4">Cada flor de hemerocallis dura apenas algumas horas. As pétalas abrem pela manhã e murcham ao anoitecer.</cite> Por isso, prefira visitar de manhã ou no começo da tarde. <cite index="31-11">A visita dura em torno de 1h30.</cite> Dias de funcionamento e datas dos festivais mudam, então confira os canais do parque antes de ir. O ingresso é pago à parte. Confira a tabela atual.

O Parque Hemero é indicado para crianças? E tem acessibilidade?

O parque tem estrutura para famílias. <cite index="31-3,31-17">São seis jardins de flores, capela, barquinho infantil, trilha ecológica, lagos de carpas e espaços de lazer infantil.</cite> Para a acessibilidade, um guia informa que <cite index="33-10">o Jardim das Águas foi reformado e é acessível a todas as pessoas.</cite> <cite index="33-13">Para chegar aos campos de cultivo é preciso fazer uma pequena trilha ecológica em meio à Mata Atlântica.</cite> Quem usa cadeira de rodas ou carrinho de bebê deve perguntar ao parque quais trechos são adequados. Leve protetor solar e roupa leve nos meses de verão, quando também é época de floração. Há meia-entrada ou valor reduzido? Confira a tabela atual do parque.

Como ir do Aeroporto de Joinville até o centro? Há ônibus ou só táxi?

O aeroporto atende voos domésticos. <cite index="46-4">Fica a cerca de 12 a 13 km do centro, no bairro Aventureiro. O trajeto leva em torno de 20 a 30 minutos de carro.</cite> <cite index="44-6,44-7">Táxi e aplicativo estão disponíveis no terminal, e linhas municipais de ônibus ligam o aeroporto ao centro.</cite> <cite index="46-10">De ônibus urbano, conte com 30 a 40 minutos, às vezes perto de 1 hora com paradas.</cite> <cite index="46-6,46-7">O aeroporto opera 24 horas, mas nem todo transporte funciona no mesmo horário.</cite> Em voos de madrugada, reserve o traslado antes de chegar. <cite index="43-4">Florianópolis fica cerca de 190 km ao sul.</cite> Quem chega por lá segue de carro ou ônibus intermunicipal, pela BR-101.

Quais passeios de Joinville cabem em dia de semana e quais só em fim de semana?

Os dias de funcionamento mudam de um passeio para outro, então monte o roteiro com isso em mente. <cite index="10-3">A visita à Escola do Teatro Bolshoi é de segunda a sexta-feira, exceto feriados.</cite> <cite index="20-10">O Museu Nacional de Imigração e Colonização abre de terça a domingo.</cite> <cite index="3-8">A Maria Fumaça sai aos sábados em um sentido e aos domingos no outro.</cite> Ela só circula em fins de semana selecionados. <cite index="30-10">No fim do ano e em janeiro, o Parque Hemero informou abertura de terça a domingo.</cite> Uma sugestão de organização: deixe a Escola Bolshoi para um dia útil, o museu e a Rua das Palmeiras para qualquer dia de terça a domingo, e o trem para um fim de semana com data confirmada. Confira os dias atuais com cada local.

Quando acontecem o Festival de Dança e a Festa das Flores de Joinville?

Os dois eventos são anuais, em meses diferentes. <cite index="17-3">O Festival de Dança de Joinville acontece no fim de julho, e a Escola Bolshoi amplia a programação para visitantes nesse período.</cite> <cite index="31-13">A Festa das Flores de Joinville ocorre há mais de 80 anos, sempre em novembro.</cite> <cite index="37-6">Ela é realizada na Expoville.</cite> <cite index="31-9">Em novembro o Parque Hemero também faz seu Festival de Primavera.</cite> <cite index="31-7">O Festival dos Girassóis, no mesmo parque, é nas duas últimas semanas de julho.</cite> As datas exatas mudam a cada ano. Confira o calendário oficial da prefeitura e dos organizadores antes de reservar. Nessas semanas, planeje com antecedência o ingresso dos eventos e o transporte, porque a cidade recebe mais visitantes.

Rotas brasileiras

O Caminho dos Príncipes está no Caminho dos Príncipes — Rota Imperial

Dez cidades do norte catarinense em um circuito de carro entre memória ferroviária, museus, serra e patrimônio marítimo.

Mapa ilustrativo, sem escala. Toque numa cidade para abrir a página dela.
Mapa ilustrado da Caminho dos Príncipes — Rota Imperial
Conhecer o Caminho dos Príncipes — Rota Imperial
Conhecer outros destinos Buscar por estado e cidade
Voltar