Bariloche e Rota dos Sete Lagos

Río Negro · Neuquén

Bariloche e Rota dos Sete Lagos

Lagos andinos, bosques e cidades de montanha entre Bariloche, Villa La Angostura e San Martín de los Andes.

Patagônia

Na foto: Lagos vistos do Cerro Campanario

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Conheça o lugar

Uma região para viver
sem pressa.

Bariloche fica na margem sul do lago Nahuel Huapi, em Río Negro. O Centro Cívico reúne edifícios de pedra e madeira, enquanto o Cerro Campanario oferece um mirante sobre lagos e montanhas. A cidade concentra aeroporto, comércio e serviços para começar a viagem pela Patagônia andina.

Ao norte, Villa La Angostura ocupa a ligação entre os lagos Nahuel Huapi e Correntoso. Bahía Mansa dá acesso à península de Quetrihué, onde fica o Bosque de Arrayanes. Caminhadas e passeios de barco exigem escolhas diferentes de tempo e esforço.

A Ruta Nacional 40 segue até San Martín de los Andes pelo trecho conhecido como Rota dos Sete Lagos. A viagem passa por mirantes e áreas de bosque; na chegada, a orla do Lácar fica perto do centro. Reserve dias para as três cidades, em vez de concentrar toda a região num bate-volta.

Este roteiro reúne 3 cidades que combinam na mesma viagem: Bariloche, Villa La Angostura, San Martín de los Andes.

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Um destino, diferentes caminhos

As cidades dessa viagem

Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.

Onde fica Bariloche e Rota dos Sete Lagos
BarilocheVilla La AngosturaSan Martín de los Andes

Fuente: Instituto Geográfico Nacional de la República Argentina (IGN), contornos de 2019. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Bariloche e Rota dos Sete Lagos

✈ Aeropuerto Internacional Teniente Luis Candelaria (BRC) · 14 km até Bariloche

Saindo do Brasil, procure voos para Bariloche, com conexão em Buenos Aires quando necessária. Confirme se há troca de aeroporto na conexão. O aeroporto Chapelco atende San Martín de los Andes. Villa La Angostura é acessada por estrada, a partir de Bariloche ou San Martín.

Ponto de chegada sugerido: Bariloche

A experiência do lugar

O que fazer em Bariloche e Rota dos Sete Lagos

Bariloche · Río Negro · Arquitetura

Centro Cívico

Praça central de Bariloche cercada por edifícios de pedra e madeira, com a torre do relógio e passagem para a rua Mitre.

Conhecer Centro Cívico

Villa La Angostura · Neuquén · Praia

Bahía Mansa

Baía do Nahuel Huapi na região portuária de Villa La Angostura, com praia, embarcações e vista para a península de Quetrihué.

Conhecer Bahía Mansa

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Para escolher antes de ir

Passeios em Bariloche e Rota dos Sete Lagos

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Circuito Chico: Cerro Campanario, Llao Llao e Punto Panorámico

Sai de Centro de San Carlos de Bariloche Excursão em van ou ônibus, carro próprio ou bicicleta cerca de 4 a 5 horas na excursão manhã ou tarde fácil

O Circuito Chico é o primeiro passeio de quase todo visitante. Sai do centro pela Avenida Bustillo, que corre na margem do Lago Nahuel Huapi, e segue pela península até o Llao Llao. No km 17,5 fica a base do Cerro Campanario: uma aerosilla (teleférico de cadeirinha) sobe em cerca de sete minutos até o mirante, com vista de 360 graus para o Nahuel Huapi, a Isla Victoria e as penínsulas San Pedro e Huemul. Quem prefere caminhar pode subir por trilha. Depois vem a área do Llao Llao, com a Capilla San Eduardo, capela de madeira de 1940, e o Puerto Pañuelo, de onde saem os barcos para a Isla Victoria e Puerto Blest. Na volta, a estrada contorna o Lago Moreno, cruza o Puente Angostura e para no Punto Panorámico, o mirante com a vista clássica do edifício do Llao Llao entre os lagos. Quem vai de carro ou bicicleta pode incluir Colonia Suiza e transformar o circuito em um dia inteiro.

Passa por: Avenida Bustillo, Cerro Campanario, Península Llao Llao, Capilla San Eduardo, Puerto Pañuelo, Punto Panorámico, Lago Moreno, Puente Angostura, Colonia Suiza.

Inclui: Na excursão: transporte e guia. A aerosilla do Cerro Campanario é paga à parte; confira a tabela atual.

Dica: Faça no primeiro dia: o circuito ajuda a entender a geografia dos lagos. De bicicleta, há aluguel ao longo da Avenida Bustillo, e muita gente pedala só o trecho a partir do km 18. Leve casaco mesmo no verão: no alto do Campanario venta.

Melhor época: O ano todo. De dezembro a março os dias são longos; de junho a agosto pode haver neve na estrada.

Isla Victoria e Bosque de Arrayanes de barco

Sai de Puerto Pañuelo, na Península Llao Llao Barco (navegação pelo Lago Nahuel Huapi) cerca de 6 horas com o traslado dia inteiro ou tarde fácil

A navegação sai do Puerto Pañuelo e cruza o Lago Nahuel Huapi até a Península de Quetrihué, onde fica o Bosque de Arrayanes, área protegida pelo Parque Nacional Los Arrayanes. O arrayán é uma árvore de tronco cor de canela, fino e frio ao toque. Uma passarela de madeira de percurso fácil atravessa o bosque. Na segunda parada, a Isla Victoria, há trilhas curtas pela mata, como as de Piedras Blancas e Totoras, e praias de pedra na beira do lago. O retorno é pelo mesmo porto. Há saídas também de Villa La Angostura, com navegação mais curta até o bosque.

Passa por: Puerto Pañuelo, Lago Nahuel Huapi, Isla Victoria, Península de Quetrihué, Bosque de Arrayanes, Parque Nacional Los Arrayanes, Parque Nacional Nahuel Huapi.

Inclui: Em geral: navegação e, conforme a opção, traslado de Bariloche ao Puerto Pañuelo. A taxa de embarque e a entrada do Parque Nacional Los Arrayanes costumam ser cobradas à parte; confira a tabela atual.

Dica: Leve dinheiro em espécie para a taxa de embarque e a entrada do parque, que muitas vezes são pagas no dia. Alimentação não costuma estar incluída: leve lanche.

Melhor época: De outubro a abril, com mais saídas de dezembro a março. No inverno há menos saídas e o lago fica mais frio e ventoso.

Cerro Catedral no inverno: esqui e snowboard

Sai de Villa Catedral, cerca de 20 km do centro de Bariloche Ônibus urbano, traslado, carro ou excursão de meio dia a vários dias de esqui dia inteiro de fácil a difícil, conforme a pista

O Cerro Catedral é o centro de esqui de Bariloche e reúne 27 meios de elevação, entre teleféricos, cadeirinhas e telecabinas. Há pistas para iniciantes, intermediários e avançados, escolas de esqui e snowboard e aluguel de roupa e equipamento na base e no centro da cidade. Quem não esquia pode subir pela Telecabina Amancay, que chega a 1.800 metros, e ficar nos restaurantes de montanha. A neve depende de cada ano: a temporada costuma abrir no fim de junho ou início de julho e fechar entre o fim de setembro e o começo de outubro.

Passa por: Cerro Catedral, Villa Catedral, Telecabina Amancay.

Inclui: Passe de esqui, aulas e aluguel de equipamento são pagos à parte; confira a tabela atual.

Dica: Julho concentra as férias escolares do Brasil e da Argentina e é o período mais cheio. Para aprender, reserve aulas nos primeiros dias. Roupa impermeável, luvas e óculos de neve fazem diferença.

Melhor época: Temporada de esqui em geral de julho a setembro, conforme a neve.

Ruta de los Siete Lagos até San Martín de los Andes

Sai de Bariloche ou Villa La Angostura Excursão em ônibus ou carro próprio pela RN 40 um dia de estrada, ida e volta dia inteiro fácil

A Ruta de los Siete Lagos (Rota dos Sete Lagos) é o trecho da Ruta Nacional 40 entre Villa La Angostura e San Martín de los Andes, com cerca de 110 km asfaltados pela cordilheira, dentro dos parques nacionais Nahuel Huapi e Lanín. Saindo de Bariloche, são cerca de 80 km até Villa La Angostura antes de começar o trecho. A estrada passa por mirantes e margens dos lagos Correntoso, Espejo, Escondido, Villarino, Falkner, Hermoso e Machónico, com paradas para foto e praias de pedra. O fim é San Martín de los Andes, na margem do Lago Lácar, com tempo para almoço e caminhada pelo centro. As excursões saem cedo e voltam à noite; de carro, dá para dormir em San Martín de los Andes e voltar no dia seguinte.

Passa por: Ruta Nacional 40, Villa La Angostura, Lago Correntoso, Lago Espejo, Lago Escondido, Lago Villarino, Lago Falkner, Lago Hermoso, Lago Machónico, Lago Lácar, San Martín de los Andes.

Inclui: Na excursão: transporte e guia. Refeições são à parte.

Dica: Se puder, faça de carro e com pernoite: o passeio rende mais com tempo nos mirantes. Abasteça em Villa La Angostura, porque no caminho não há cidades. No inverno, consulte as condições da estrada antes de sair.

Melhor época: De novembro a abril. Em outubro e maio as cores mudam e há menos movimento; de junho a setembro pode haver neve e gelo na pista.

Puerto Blest e Cascada Los Cántaros

Sai de Puerto Pañuelo, na Península Llao Llao Barco, com caminhada curta cerca de 8 horas com o traslado dia inteiro fácil a moderada (degraus até a cascata)

O barco sai do Puerto Pañuelo e entra no Brazo Blest, braço do Lago Nahuel Huapi cercado de montanhas e mata úmida, a chamada selva valdiviana, perto da fronteira com o Chile. A navegação até Puerto Blest leva cerca de uma hora. Em Puerto Cántaros, uma trilha em degraus sobe pela mata até a Cascada Los Cántaros e a Laguna Los Cántaros, em cerca de 30 minutos; quem não quiser subir fica na praia. Há uma extensão opcional até o Lago Frías: um trecho de ônibus pelo bosque até Puerto Alegre e uma navegação curta com vista para o Cerro Tronador até Puerto Frías, onde fica o posto de fronteira.

Passa por: Puerto Pañuelo, Brazo Blest, Puerto Blest, Puerto Cántaros, Cascada Los Cántaros, Laguna Los Cántaros, Puerto Alegre, Lago Frías, Cerro Tronador.

Inclui: Em geral: traslado ao Puerto Pañuelo e navegação. Almoço, taxa de embarque e entrada do parque nacional são à parte; confira a tabela atual.

Dica: É uma região de muita chuva: leve capa impermeável e calçado com sola firme para os degraus. Lanche próprio ajuda, porque as opções em Puerto Blest são poucas.

Melhor época: De outubro a abril. No inverno há menos saídas e os dias são curtos.

Cerro Tronador e Ventisquero Negro

Sai de Centro de San Carlos de Bariloche Excursão ou carro próprio (trecho em estrada de terra) cerca de 9 a 10 horas dia inteiro fácil

O Cerro Tronador é a montanha mais alta do Parque Nacional Nahuel Huapi, na fronteira com o Chile, coberta de glaciares. O passeio segue pelo asfalto ao longo dos lagos Gutiérrez e Mascardi e, a partir de Los Rápidos, entra em estrada de terra pelo vale do Río Manso até Pampa Linda, onde em geral se almoça. Depois vem o mirante do Ventisquero Negro, glaciar coberto de sedimentos escuros que termina em uma lagoa com blocos de gelo. Mais adiante, na base do Tronador, há vista das paredes de gelo penduradas na montanha. A estrada de terra funciona em mão única por faixas de horário: sobe-se de manhã até o começo da tarde e desce-se no fim da tarde, por isso as excursões saem cedo.

Passa por: Ruta Nacional 40, Lago Gutiérrez, Lago Mascardi, Los Rápidos, Río Manso, Pampa Linda, Cerro Tronador, Ventisquero Negro.

Inclui: Na excursão: transporte e guia. Almoço e entrada do parque nacional, cobrada na área de Mascardi, são à parte; confira a tabela atual.

Dica: De carro, programe a ida pela manhã para respeitar a janela de subida. No outono e no inverno o circuito costuma ser fechado ou limitado ao mirante do Ventisquero Negro, com serviços suspensos.

Melhor época: De dezembro a abril. Entre maio e novembro o acesso costuma ficar restrito.

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Cerro Catedral no verão: Telecabina Amancay e trilhas

Sai de Villa Catedral, cerca de 20 km do centro de Bariloche Ônibus urbano, carro ou excursão; subida por telecabina cerca de 3 a 5 horas manhã ou tarde fácil a moderada

Fora da temporada de esqui, o Cerro Catedral funciona como parque de montanha. A Telecabina Amancay e outros meios de elevação abertos a pedestres sobem até cerca de 1.800 metros, com vista para a cidade, o Lago Gutiérrez, o Nahuel Huapi e a cordilheira. No alto há trilhas sinalizadas, de caminhadas curtas até percursos mais longos com guia, circuitos de aventura para crianças e restaurantes de montanha. É também o ponto de partida da trilha para o Refugio Frey.

Passa por: Cerro Catedral, Villa Catedral, Telecabina Amancay, Lago Gutiérrez, Lago Nahuel Huapi.

Inclui: O ingresso de subida é pago à parte e cobre ida e volta nos meios de elevação abertos no dia; confira a tabela atual.

Dica: Suba em dia aberto e cedo, quando costuma ventar menos. Mesmo no verão, leve casaco e protetor solar: o sol de montanha é forte.

Melhor época: Temporada de verão em geral de dezembro a março.

Teleférico do Cerro Otto e confeitaria giratória

Sai de Base do teleférico, Avenida de los Pioneros km 5 Teleférico, com ônibus de traslado a partir do centro cerca de 2 a 3 horas manhã ou tarde fácil

O teleférico do Cerro Otto é o passeio de montanha mais perto do centro. As cabines sobem até o alto do morro, a cerca de 1.400 metros, com vista para o Lago Nahuel Huapi, a cidade e os cerros ao redor. No topo ficam a Confitería Giratoria, restaurante que gira devagar e mostra a paisagem em volta completa, um terraço panorâmico, uma galeria de arte com réplicas de obras de Michelangelo e uma área de brincar para crianças. Em dias de tempo bom há caminhadas guiadas pelos arredores.

Passa por: Cerro Otto, Avenida de los Pioneros, Confitería Giratoria, Lago Nahuel Huapi.

Inclui: O ingresso do teleférico é pago à parte e inclui o ônibus de traslado entre o centro e a base; confira a tabela atual.

Dica: Bom programa para a tarde do dia da chegada ou para um dia de nuvens baixas, quando passeios mais longos não compensam. Confira se o teleférico está operando antes de ir, porque vento forte interrompe a subida.

Melhor época: O ano todo; no inverno o alto do morro pode estar com neve.

Centro Cívico, Calle Mitre e as chocolaterias

Sai de Centro de San Carlos de Bariloche A pé cerca de 2 a 4 horas tarde fácil

O Centro Cívico é a praça central de Bariloche, de frente para o Lago Nahuel Huapi, com prédios de pedra e madeira inaugurados em 1940 e declarados Monumento Histórico Nacional. Num deles funciona o Museo de la Patagonia, com salas sobre a natureza da região, os povos originários e a ocupação do território. Da praça sai a Calle Mitre, rua comercial com as chocolaterias tradicionais da cidade, muitas com degustação e fábrica à vista. Seguindo pela beira do lago chega-se à Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, de estilo neogótico, inaugurada em 1946.

Passa por: Centro Cívico, Museo de la Patagonia, Calle Mitre, Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, Lago Nahuel Huapi.

Inclui: Passeio por conta própria. O museu tem dias de funcionamento definidos; confira antes.

Dica: O Museo de la Patagonia costuma abrir de terça a sábado. Deixe as compras de chocolate para o último dia, para levar o produto fresco.

Melhor época: O ano todo.

Circuito Grande: Villa La Angostura, Valle Encantado e Villa Traful

Sai de Centro de San Carlos de Bariloche Excursão ou carro próprio (trecho em estrada de terra) cerca de 9 a 10 horas dia inteiro fácil

O Circuito Grande é uma volta de cerca de 240 km a partir de Bariloche. Sai pela Ruta Nacional 237, ao longo do Río Limay, até o Valle Encantado, com rochas de formas curiosas, e Confluencia. Dali, a Ruta Provincial 65, de terra, atravessa o vale do Traful até Villa Traful, na margem do Lago Traful. A estrada segue até a RN 40, passa pelos lagos Correntoso e Espejo e chega a Villa La Angostura, de onde se volta a Bariloche pela margem do Nahuel Huapi. O passeio mostra a passagem da estepe para a mata andina em um só dia.

Passa por: Ruta Nacional 237, Valle Encantado, Confluencia, Ruta Provincial 65, Villa Traful, Lago Traful, Lago Correntoso, Lago Espejo, Villa La Angostura, Ruta Nacional 40.

Inclui: Na excursão: transporte e guia. Refeições são à parte.

Dica: Quem vai fazer a Rota dos Sete Lagos repete o trecho entre Villa La Angostura e o Lago Espejo; dá para escolher um dos dois se o tempo for curto.

Melhor época: De outubro a abril. No inverno a estrada de terra pode ter neve e barro.

Trilha do Bosque de Arrayanes a pé ou de bicicleta em Villa La Angostura

Sai de Villa La Angostura A pé ou de bicicleta, com volta opcional de barco cerca de 5 a 7 horas, ida e volta dia inteiro moderada

Em Villa La Angostura, uma trilha de 12 km atravessa a Península de Quetrihué até o Bosque de Arrayanes, dentro do Parque Nacional Los Arrayanes. O caminho é compartilhado por quem caminha e quem pedala, com subidas e descidas pela mata, e termina na passarela de madeira entre os arrayanes. No início da península, a trilha dos Miradores de Quetrihué sobe em degraus até pontos com vista para a Bahía Brava, a Bahía Mansa e a cordilheira. Para a volta, há a opção de barco a partir do cais da península em vez de refazer o percurso.

Passa por: Villa La Angostura, Península de Quetrihué, Parque Nacional Los Arrayanes, Bosque de Arrayanes, Miradores de Quetrihué, Bahía Brava, Bahía Mansa.

Inclui: Passeio por conta própria. Entrada do parque nacional e barco de volta são pagos à parte; confira a tabela atual.

Dica: Saia cedo, principalmente de bicicleta. Se quiser voltar de barco, compre a passagem antes de começar a trilha. Leve água e lanche.

Melhor época: De outubro a abril.

Cerro Bayo em Villa La Angostura

Sai de Villa La Angostura Carro, traslado ou excursão a partir de Bariloche de meio dia a um dia de esqui dia inteiro de fácil a moderada

O Cerro Bayo é o centro de esqui de Villa La Angostura, a 9 km do centro da vila, cerca de 15 minutos pela RN 40. É menor que o Cerro Catedral, com pistas para iniciantes a partir de 1.500 metros e vista para o Lago Nahuel Huapi. No inverno, funciona com aulas, aluguel de equipamento e restaurantes de montanha. Para quem está em Bariloche, é opção de um dia com mais calma, ou base para quem dorme em Villa La Angostura.

Passa por: Cerro Bayo, Villa La Angostura, Ruta Nacional 40, Lago Nahuel Huapi.

Inclui: Passe de esqui, aulas e aluguel são pagos à parte; confira a tabela atual.

Dica: Bom para famílias e iniciantes. A estrada entre Bariloche e Villa La Angostura pode ter neve no inverno: confira as condições antes de sair.

Melhor época: Temporada de esqui em geral de junho a setembro, conforme a neve.

San Martín de los Andes e o Lago Lácar

Sai de San Martín de los Andes A pé, de barco ou de carro de meio dia a 2 dias dia inteiro fácil a moderada

San Martín de los Andes fica no extremo norte da Rota dos Sete Lagos, na margem do Lago Lácar, lago de origem glacial dentro do Parque Nacional Lanín. A cidade tem centro plano, casas de madeira e praia urbana. Do centro sai a trilha do Mirador Bandurrias, com vista para a cidade, o lago e o Cerro Chapelco; cerca de meia hora a mais leva até La Islita. Do píer saem barcos para Quila Quina, praia a 18 km por estrada e cerca de meia hora pelo lago. No fim da tarde, o Mirador Arrayanes é o ponto para ver o pôr do sol. No lago há caiaque e passeios de catamarã.

Passa por: San Martín de los Andes, Lago Lácar, Mirador Bandurrias, La Islita, Quila Quina, Mirador Arrayanes, Parque Nacional Lanín.

Inclui: Passeios por conta própria. Barcos, aluguel de caiaque e entrada do parque nacional nos acessos com cobrança são pagos à parte.

Dica: Vale dormir uma noite aqui ao fazer a Rota dos Sete Lagos de carro.

Melhor época: De dezembro a março para praia e lago; de julho a setembro para a neve no Chapelco.

Cerro Chapelco em San Martín de los Andes

Sai de San Martín de los Andes, cerca de 20 km do centro Carro, traslado ou excursão de meio dia a vários dias dia inteiro de fácil a difícil, conforme a pista

O Cerro Chapelco é o centro de esqui de San Martín de los Andes, a cerca de 20 km da cidade. No inverno recebe esquiadores e praticantes de snowboard, com aulas e aluguel de equipamento. Fora da temporada de neve, a montanha oferece caminhadas pelo bosque de lengas, com vista para o Lago Lácar e o Volcán Lanín (Vulcão Lanín), além de tirolesa.

Passa por: Cerro Chapelco, San Martín de los Andes, Lago Lácar, Volcán Lanín.

Inclui: Passes, aulas, aluguel e atividades de verão são pagos à parte; confira a tabela atual.

Dica: San Martín de los Andes tem aeroporto próprio, o Aeropuerto Chapelco: quem chega por ali pode fazer a Rota dos Sete Lagos no sentido sul até Bariloche.

Melhor época: Temporada de esqui em geral de julho a setembro, conforme a neve; caminhadas de dezembro a março.

Colonia Suiza e o curanto

Sai de Bariloche, cerca de 25 km do centro Carro, ônibus urbano, bicicleta ou como extensão do Circuito Chico cerca de 3 a 4 horas tarde fácil

Colonia Suiza é um povoado formado por imigrantes suíços, aos pés do Cerro López e perto do Lago Moreno, com casas de madeira, ruas de terra e um pequeno museu com ferramentas da época da colonização. O prato típico é o curanto: carnes, legumes e batatas cozidos sobre pedras quentes enterradas e cobertos com folhas, servido em restaurantes do povoado. Nos fins de semana funciona a feira regional, com artesanato, doces e cerveja artesanal. Há casas de chá com tortas de estilo centro-europeu e, no verão, praias e aluguel de caiaque no Lago Moreno.

Passa por: Colonia Suiza, Lago Moreno, Cerro López.

Inclui: Passeio por conta própria. Refeições e compras à parte.

Dica: Combine com o Circuito Chico de carro ou bicicleta. Confira os dias da feira antes de ir, porque variam ao longo do ano.

Melhor época: O ano todo; a feira tem mais movimento de dezembro a março.

Trekking ao Refugio Frey

Sai de Villa Catedral A pé, por conta própria ou com guia cerca de 4 horas de subida; 8 a 9 horas ida e volta dia inteiro moderada

O Refugio Frey, a 1.700 metros, fica na margem da Laguna Toncek, cercado pelas agulhas de granito do Cerro Catedral. A trilha principal sai de Villa Catedral e tem cerca de 12 km por trecho, com uns 750 metros de subida, primeiro pela encosta do Lago Gutiérrez e depois pelo vale até o refúgio. Há outras opções: subir parte do caminho pelos meios de elevação do Cerro Catedral e seguir pela crista, ou sair de Los Coihues, perto do Lago Gutiérrez. Quem tem experiência pode continuar até o Refugio Jakob, em travessia de mais de um dia.

Passa por: Villa Catedral, Cerro Catedral, Refugio Frey, Laguna Toncek.

Inclui: Passeio por conta própria. Pernoite no refúgio, refeições e guia são pagos à parte e exigem reserva.

Dica: Faça o registro de trekking do parque nacional antes de sair. Comece cedo, leve água, comida e roupa para frio e chuva. Para dormir no refúgio ou acampar, reserve com antecedência.

Melhor época: De dezembro a março. No inverno a trilha tem neve e exige equipamento e experiência.

Trekking ao Cerro López e Refugio López

Sai de Arroyo López, km 22,5 do Circuito Chico A pé, por conta própria ou com guia cerca de 4 a 6 horas ida e volta dia inteiro moderada a difícil

A trilha do Cerro López sai do Arroyo López, no km 22,5 do Circuito Chico, na região de Colonia Suiza. São cerca de 10 a 12 km ida e volta, com uns 800 metros de subida constante, sem trechos técnicos, até o Refugio López, a 1.620 metros. A subida leva de 2 horas e meia a 4 horas. Do refúgio, a vista abrange o Lago Nahuel Huapi, a Península Llao Llao e a cordilheira. Montanhistas experientes seguem acima do refúgio rumo ao cume.

Passa por: Arroyo López, Colonia Suiza, Cerro López, Refugio López, Lago Nahuel Huapi.

Inclui: Passeio por conta própria. Refeições no refúgio e guia são pagos à parte.

Dica: Faça o registro de trekking do parque nacional antes de sair. A subida é contínua: leve bastões, água e roupa em camadas.

Melhor época: De dezembro a março. De junho a setembro a trilha costuma ter neve e exige equipamento.

Cruce Andino: de Bariloche a Puerto Varas pelos lagos

Sai de Bariloche (ou Puerto Varas, no Chile, no sentido inverso) Combinação de barcos e ônibus, com travessia de fronteira cerca de 12 horas em um dia, ou 2 dias com pernoite dia inteiro fácil

O Cruce Andino (Travessia dos Andes) liga Bariloche a Puerto Varas, no Chile, por lagos e estradas de montanha. Do lado argentino, o barco cruza o Lago Nahuel Huapi até Puerto Blest; um ônibus leva a Puerto Alegre, e outra navegação cruza o Lago Frías até Puerto Frías, na fronteira. Do lado chileno, a estrada desce até Peulla, onde em geral se almoça, e o barco atravessa o Lago Todos los Santos até Petrohué. O trecho final, de ônibus, contorna o Lago Llanquihue, com vista para o Vulcão Osorno, até Puerto Varas. É uma forma de combinar Bariloche com o sul do Chile sem voltar por Buenos Aires.

Passa por: Puerto Pañuelo, Lago Nahuel Huapi, Puerto Blest, Puerto Alegre, Lago Frías, Puerto Frías, Peulla, Lago Todos los Santos, Petrohué, Lago Llanquihue, Puerto Varas.

Inclui: Em geral: barcos e ônibus de todo o percurso. Entradas dos parques nacionais Nahuel Huapi e Vicente Pérez Rosales e refeições são à parte; confira a tabela atual.

Dica: Leve o documento na bagagem de mão: há controle de fronteira nos dois lados. A entrada do parque chileno costuma exigir compra antecipada. Lembre que o Chile tem regras rígidas para entrada de alimentos.

Melhor época: De outubro a abril. No inverno, de abril a setembro, algumas paradas saem do roteiro por causa da luz do dia.

Dia a dia

Roteiro de 3, 5 e 7 dias em Bariloche e Rota dos Sete Lagos

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

3 dias · Bariloche em 3 dias: Circuito Chico, lago e montanha

Para Para quem tem um fim de semana prolongado e quer o essencial de Bariloche, no verão ou no inverno. · Base em San Carlos de Bariloche (Centro)
  1. Dia 1 · Chegada, Centro Cívico e Cerro Otto

    Chegada do Brasil, com voo direto em algumas temporadas ou conexão em Buenos Aires. Do aeroporto ao centro são cerca de 15 km. À tarde, caminhe pelo Centro Cívico e pela Calle Mitre, com parada nas chocolaterias. Se der tempo e o tempo ajudar, suba de teleférico ao Cerro Otto para o fim de tarde.

  2. Dia 2 · Circuito Chico e Colonia Suiza

    Manhã no Circuito Chico, com a aerosilla do Cerro Campanario, a Capilla San Eduardo e o Punto Panorámico. Quem estiver de carro segue para Colonia Suiza e almoça curanto. No inverno, troque a tarde por uma subida ao Cerro Catedral.

  3. Dia 3 · Cerro Catedral ou Isla Victoria, e volta

    No inverno, manhã de esqui ou passeio na neve no Cerro Catedral. No verão, navegação até a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes, se o voo de volta for à noite. Caso contrário, aproveite a manhã no centro e siga para o aeroporto.

5 dias · Bariloche e Rota dos Sete Lagos em 5 dias
Para Para quem vai pela primeira vez e quer combinar os passeios de Bariloche com a estrada até San Martín de los Andes. · Base em San Carlos de Bariloche (Centro ou Avenida Bustillo)
  1. Dia 1 · Chegada e centro de Bariloche

    Chegada do Brasil e traslado ao centro. Fim de tarde no Centro Cívico, na Calle Mitre e na beira do Lago Nahuel Huapi. Jantar cedo, porque o dia seguinte começa de manhã.

  2. Dia 2 · Circuito Chico e Cerro Campanario

    Circuito Chico pela manhã, com a aerosilla do Cerro Campanario, o Llao Llao e o Punto Panorámico. À tarde, Colonia Suiza ou teleférico do Cerro Otto.

  3. Dia 3 · Ruta de los Siete Lagos

    Dia inteiro na Ruta de los Siete Lagos: Villa La Angostura, lagos Correntoso, Espejo, Escondido, Villarino, Falkner, Hermoso e Machónico, e almoço em San Martín de los Andes, na margem do Lago Lácar. Volta a Bariloche à noite.

  4. Dia 4 · Isla Victoria e Bosque de Arrayanes, ou Cerro Catedral

    De outubro a abril, navegação a partir do Puerto Pañuelo até o Bosque de Arrayanes e a Isla Victoria. No inverno, dia de esqui ou neve no Cerro Catedral. No verão, também dá para trocar pelo Cerro Tronador e o Ventisquero Negro.

  5. Dia 5 · Chocolates e volta

    Manhã livre para compras de chocolate na Calle Mitre e uma última caminhada pela costa do lago. Traslado ao aeroporto e voo de volta ao Brasil.

7 dias · Bariloche, Villa La Angostura e San Martín de los Andes em 7 dias
Para Para quem tem uma semana, quer dirigir a Rota dos Sete Lagos com pernoite e fazer os passeios de barco e montanha com calma. · Base em San Carlos de Bariloche, com uma noite em San Martín de los Andes
  1. Dia 1 · Chegada e Centro Cívico

    Chegada do Brasil e retirada do carro alugado no aeroporto. Tarde no Centro Cívico, na Calle Mitre e no Museo de la Patagonia, se estiver aberto.

  2. Dia 2 · Circuito Chico, Colonia Suiza e Cerro Otto

    Circuito Chico de carro, com Cerro Campanario, Llao Llao, Punto Panorámico e almoço em Colonia Suiza. No fim da tarde, teleférico do Cerro Otto.

  3. Dia 3 · Puerto Blest e Cascada Los Cántaros

    Navegação pelo Brazo Blest até Puerto Blest, com a trilha em degraus até a Cascada Los Cántaros. Quem quiser pode incluir a extensão até o Lago Frías. Volta a Bariloche no fim da tarde.

  4. Dia 4 · Villa La Angostura e Bosque de Arrayanes

    Estrada até Villa La Angostura, cerca de 80 km. Trilha a pé ou de bicicleta até o Bosque de Arrayanes, com volta de barco. No inverno, troque pela neve no Cerro Bayo. Siga no fim da tarde até San Martín de los Andes.

  5. Dia 5 · San Martín de los Andes e volta pela Rota dos Sete Lagos

    Manhã em San Martín de los Andes: Mirador Bandurrias ou barco até Quila Quina, no Lago Lácar. Volta a Bariloche pela Ruta de los Siete Lagos, com paradas nos mirantes dos lagos Machónico, Hermoso, Falkner, Villarino, Escondido, Espejo e Correntoso.

  6. Dia 6 · Cerro Tronador ou Cerro Catedral

    De dezembro a abril, dia inteiro no Cerro Tronador e no Ventisquero Negro, saindo cedo para respeitar a janela de subida da estrada de terra. Quem prefere caminhar pode fazer a trilha até o Refugio Frey. No inverno, dia de esqui no Cerro Catedral.

  7. Dia 7 · Isla Victoria ou manhã livre, e volta

    Se o voo for à noite, navegação até a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes. Se não, manhã livre para chocolates e compras. Devolução do carro no aeroporto e voo de volta ao Brasil.

Melhor época

Quando ir: Bariloche e Rota dos Sete Lagos mês a mês

De dezembro a março os dias costumam ser mais longos para caminhadas e deslocamentos. De junho a setembro o frio aumenta e pode haver neve nas montanhas e nas estradas. Abril e maio costumam ter folhagem de outono; prepare roupas para chuva e vento.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva baixa

Alta temporada de verão · Dias longos

Verão. Máximas médias de cerca de 23 °C e mínimas de 7 °C, com pouca chuva. É o mês mais procurado para os passeios de barco, a Rota dos Sete Lagos, o Cerro Tronador e as trilhas aos refúgios. Férias dos argentinos: reserve excursões com antecedência.

Fevereiro Chuva baixa

Verão seco · Trilhas abertas

Máximas médias de cerca de 23 °C e mínimas de 7 °C; é o mês mais seco do ano. Todos os passeios de verão funcionam, incluindo Tronador, Puerto Blest e trekking ao Refugio Frey. O movimento segue alto até o Carnaval.

Março Chuva baixa

Fim do verão · Menos movimento

Máximas médias de cerca de 20 °C e mínimas de 5 °C. As noites esfriam e o movimento cai depois das férias argentinas. Boa época para trilhas e Rota dos Sete Lagos com menos gente.

Abril Chuva média

Outono · Folhagem colorida

Máximas médias de cerca de 15 °C e mínimas de 2 °C, com chuva em aumento. As lengas e outras árvores mudam de cor na Rota dos Sete Lagos e no Circuito Chico. Os serviços no Cerro Tronador costumam ser suspensos ao longo do outono.

Maio Chuva alta

Baixa temporada · Dias curtos

Máximas médias de cerca de 11 °C e mínimas de 1 °C; a chuva aumenta bastante. Mês tranquilo, com menos saídas de barco e acesso ao Tronador restrito. O centro, o Circuito Chico e o Cerro Otto funcionam normalmente.

Junho Chuva alta

Mês mais chuvoso · Primeiras nevadas

Máximas médias de cerca de 7 °C e mínimas de -1 °C; é o mês com mais precipitação, que cai como chuva ou neve. A temporada de esqui costuma abrir no fim do mês, conforme a neve.

Julho Chuva alta

Temporada de esqui · Férias escolares

Máximas médias de cerca de 7 °C e mínimas de -2 °C, o mês mais frio. Pico da temporada de esqui no Cerro Catedral, Cerro Bayo e Chapelco, com férias escolares do Brasil e da Argentina e a cidade cheia. A neve varia a cada ano. Estradas de montanha podem exigir correntes.

Agosto Chuva alta

Esqui · Neve nos cerros

Máximas médias de cerca de 8 °C e mínimas de -1 °C. A temporada de esqui segue, em geral com mais base de neve que em julho e menos movimento depois das férias.

Setembro Chuva média

Fim do esqui · Dias mais longos

Máximas médias de cerca de 12 °C e mínimas de 0 °C. Últimas semanas da temporada de esqui, que costuma fechar entre o fim de setembro e o começo de outubro. Menos turistas e clima instável, com dias de sol e de neve.

Outubro Chuva média

Primavera · Baixa temporada

Máximas médias de cerca de 14 °C e mínimas de 2 °C. Os cerros ainda costumam ter neve no alto, os passeios de barco voltam a ganhar saídas e o movimento é baixo. Trilhas altas podem ter neve.

Novembro Chuva baixa

Primavera · Flores na beira da estrada

Máximas médias de cerca de 18 °C e mínimas de 4 °C. A chuva diminui e os passeios de verão começam a funcionar, com menos gente que em janeiro. Bom mês para a Rota dos Sete Lagos de carro. Venta com frequência.

Dezembro Chuva baixa

Início do verão · Dias mais longos do ano

Máximas médias de cerca de 21 °C e mínimas de 6 °C. Abre a temporada de verão no Cerro Catedral, os refúgios de montanha recebem trekkers e o acesso ao Tronador costuma voltar. O movimento sobe no fim do mês, com as festas.

Planeje o caminho

Como chegar: Bariloche e Rota dos Sete Lagos

Do Brasil de avião

O aeroporto é o Aeropuerto Internacional de San Carlos de Bariloche (BRC). Em algumas temporadas há voos diretos do Brasil; no resto do ano, a ligação é com conexão em Buenos Aires. Confirme antes de comprar.

Na conexão, o caminho é voar até Buenos Aires e seguir em voo doméstico até Bariloche, cerca de 2 horas e 20 minutos. Algumas conexões trocam de aeroporto em Buenos Aires: verifique se o voo internacional chega ao mesmo aeroporto de onde sai o doméstico. San Martín de los Andes tem aeroporto próprio, o Aeropuerto Chapelco.

Do aeroporto ao centro e como circular

O aeroporto fica a cerca de 15 km do centro de Bariloche. Há translado compartilhado, táxi, aplicativo de transporte e ônibus urbano, que exige o cartão de transporte local carregado e não é prático com malas grandes. Locadoras de carro têm guichê no aeroporto.

Na cidade, os ônibus urbanos levam ao Circuito Chico, a Colonia Suiza e a Villa Catedral. Para a Rota dos Sete Lagos, o Cerro Tronador e o Circuito Grande, as opções são excursão ou carro alugado. As navegações para a Isla Victoria e Puerto Blest saem do Puerto Pañuelo, na Península Llao Llao, e as agências incluem o traslado.

De Buenos Aires de ônibus ou de carro

Há ônibus de longa distância entre Buenos Aires e Bariloche, numa viagem que ocupa quase um dia inteiro. De carro, o caminho usa principalmente as rotas RN 5, RN 152, RN 237 e RN 40, em uma viagem longa que pede pernoite no caminho.

Vindo do Brasil por terra, a distância até a Patagônia é grande e o avião é a opção mais prática. Do Chile, há passagens de fronteira pela cordilheira a partir de Osorno, Puerto Varas e Pucón, além do Cruce Andino, que combina barcos e ônibus entre Puerto Varas e Bariloche.

De carro entre Bariloche, Villa La Angostura e San Martín de los Andes

De Bariloche a Villa La Angostura são cerca de 80 km pela RN 40, passando por Dina Huapi e pelo entroncamento com a RN 237, sempre na margem do Lago Nahuel Huapi. De Villa La Angostura a San Martín de los Andes, a RN 40 segue como Ruta de los Siete Lagos por cerca de 110 km asfaltados.

No caminho entre Villa La Angostura e San Martín de los Andes não há cidades nem postos: abasteça antes. Nas estradas de montanha a velocidade é baixa e há trechos de terra nos acessos ao Cerro Tronador e no Circuito Grande. No inverno, consulte o estado das estradas e leve correntes quando houver exigência.

Documentos e fuso horário

O brasileiro entra na Argentina com o RG ou o passaporte válidos. As exigências podem mudar: confirme antes de viajar.

O fuso horário de Bariloche é UTC-3, o mesmo de Brasília. Quem fizer o Cruce Andino até o Chile precisa do mesmo documento na bagagem de mão para os controles de fronteira.

Entrada nos parques nacionais Nahuel Huapi, Los Arrayanes e Lanín

Bariloche e a Rota dos Sete Lagos ficam dentro ou na borda dos parques nacionais Nahuel Huapi, Los Arrayanes e Lanín. Alguns acessos cobram taxa de entrada por pessoa, com valores diferentes para estrangeiros, argentinos e moradores, e desconto a partir do segundo dia.

A cobrança costuma ocorrer na área de Mascardi, no caminho do Cerro Tronador, e nas navegações para a Isla Victoria, o Bosque de Arrayanes e Puerto Blest, muitas vezes junto com a taxa de embarque e em dinheiro. Para trilhas de montanha, como as dos refúgios Frey e López, o parque pede registro de trekking antes da saída. Confira a tabela atual antes de ir.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

De dezembro a março os dias costumam ser mais longos para caminhadas e deslocamentos. De junho a setembro o frio aumenta e pode haver neve nas montanhas e nas estradas. Abril e maio costumam ter folhagem de outono; prepare roupas para chuva e vento.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Separe de sete a dez dias: quatro em Bariloche, dois em Villa La Angostura e dois ou três em San Martín de los Andes. Inclua o deslocamento pela Rota dos Sete Lagos como parte do roteiro. Com menos tempo, escolha uma base e reduza as trocas de hospedagem.

Em que cidade se hospedar

O centro de Bariloche concentra comércio e saídas de passeios; a avenida Bustillo distribui hospedagens perto do lago, com deslocamentos mais longos. Em Villa La Angostura, o centro facilita refeições e acesso ao terminal; Puerto Manzano e a área portuária são opções mais afastadas. Em San Martín de los Andes, o centro e a orla do Lácar permitem parte das visitas a pé.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Bariloche e Rota dos Sete Lagos

Como chegar do Brasil?

Bariloche é a principal porta de entrada aérea deste roteiro. Há itinerários com conexão em Buenos Aires; verifique se chegada e partida usam o mesmo aeroporto. San Martín de los Andes também é atendida pelo aeroporto Chapelco.

Quantos dias reservar para as três cidades?

De sete a dez dias permitem distribuir as visitas sem fazer todas as cidades num único bate-volta. A estrada entre Villa La Angostura e San Martín merece tempo para os mirantes, além do trajeto até Bariloche.

Precisa alugar carro para a Rota dos Sete Lagos?

O carro permite escolher paradas e horários de deslocamento. Também há ônibus entre as cidades e excursões pela rota. Ônibus regulares não fazem as mesmas paradas dos passeios; confira a modalidade antes de comprar.

Qual época combina com lagos e caminhadas?

De dezembro a março costuma haver mais horas de luz para passeios ao ar livre. Entre junho e setembro, frio e possível neve mudam as condições das estradas e trilhas. Escolha os passeios conforme a previsão e as orientações locais.

Rotas brasileiras

Bariloche e Rota dos Sete Lagos está em Camino de los Siete Lagos

Da costa do Nahuel Huapi em Bariloche aos lagos da RN 40, por Villa La Angostura e San Martín de los Andes.

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